Os imortais da Academia Brasileira de Letras estão se divergindo quanto ao novo acordo ortográfico da língua portuguesa.
O jornalista Arnaldo Niskier diz que a reforma pode ser um pretexto para a população escrever melhor, enquanto Carlos Heitor Cony disse que tais mudanças fazem do acordo algo “inútil e improdutivo”. Ele também afirmou que “A língua é feita pelo povo. Não adianta o governo querer discipliná-la (…) Não é a primeira vez que vai se fazer esse acordo. A tendência é daqui a algum tempo [a escrita] mudar outra vez. Portugal jamais vai se submeter a certas coisas”.
Contudo, outros imortais se mostraram favoráveis às mudanças.