Teste seu conhecimento sobre a nova ortografia

Dupla Grafia

Apesar de ser um acordo entre os países que falam português, essa reforma ainda permitirá a dupla grafia de palavras que são pronunciadas com entonação diferente em diferentes países.

No Brasil, por exemplo, fenômeno se escreve com acento circunflexo, enquanto em Portugal se usa o acento agudo (fenómeno), e além de escrita de forma diferente é também pronunciada de forma diferente. Em casos como esses, serão aceitas ambas as grafias.

Saiba quais casos de dupla grafia são tolerados pela Nova Ortografia

Talvez você já tenha ouvido falar que uma das mudanças promovidas pelo novo acordo ortográfico se refere às palavras que possuem dupla grafia. A dupla grafia ocorre quando uma mesma palavra possui duas formas de ser escrita. Estas, no entanto, não são muito distintas e algumas vezes a diferença sequer altera a pronúncia da palavra.

A noção é um pouco distante porque no vocabulário dos países de língua portuguesa geralmente se adota apenas uma das grafias, sendo a segunda praticamente desconhecida. Um dos poucos casos usuais no português de raiz brasileira em que são toleradas duas grafias de uma mesma palavra é o do número catorze, que também pode ser grafado com QU, quatorze.

A aplicação das novas regras ortográficas aos casos de dupla grafia afeta mais o português de raiz europeia, aquele em vigor em Portugal e em suas ex-colônias africanas. Isso ocorre porque nesta raiz há uma série de palavras grafadas com consoantes mudas, e estas deixarão de existir. Os casos mais comuns são as palavras de dupla grafia cuja usada na raiz europeia inicia com H e também as palavras que possuem consoantes mudas, geralmente o P e o C. Seguem alguns exemplos:

Antes

Depois

Herva

Erva

Húmido

Úmido

Adopção

Adoção

Baptismo

Batismo

Egipto

Egito

Óptimo

Ótimo

Acção

Ação

Colectivo

Coletivo

Dialecto

Dialeto

Exacto

Exato

Nestes casos que acabamos de ver a grafia das palavras será modificada, mas essa alteração não interferirá em sua fonética, ou seja, na pronúncia. Nos casos em que a consoante “a mais” é pronunciada, a dupla grafia continua sendo tolerada exatamente para evitar alterações fonéticas, visto que o acordo não pretende interferir neste aspecto. Logo, estas palavras poderão continuar a ser grafadas do modo mais comum a cada país, sem incorrer em erro.

Este é o caso de:

Raiz Brasileira

Raiz Portuguesa

Anistia

Amnistia

Anticoncepcional

Anticoncecional

Confecção

Confeção

Decepção

Deceção

Excepcional

Excecional

Fato

Facto

Lácteo

Láteo

Onipotente

Omnipotente

Setor

Sector

Sutil

Subtil

Outro caso particular em que a dupla grafia será tolerada refere-se ao das palavras escritas do mesmo modo, porém acentuadas de modo diverso. Há uma série de palavras acentuadas com acento circunflexo na raiz brasileira e que são acentuadas com acento agudo na raiz europeia. Também nestes casos a dupla grafia continuará sendo tolerada, a exemplo de:

Raiz Brasileira

Raiz Portuguesa

Abdômen

Abdómen

Amazônia

Amazónia

Bebê

Bebé

Bônus

Bónus

Colônia

Colónia

Fenômeno

Fenómeno

Gênio

Génio

Milênio

Milénio

Tênis

Ténis

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262 Comments

  1. Douglas  •  Oct 15, 2008 @16:35

    Aqui o acento serve para diferenciar a pronúncia. E em pera e pêra não servem pra nada?
    Qual é o objetivo da acentuação pra vocês? Enfeitar as palavras?

  2. Monyke  •  Oct 19, 2008 @23:27

    Ridicula essa nova ortografia!

  3. Kaio Augusto  •  Oct 21, 2008 @9:50

    nao acho bem assim nao, logido que isso atrai “guerra” da oposição, mais c todos veem por outro lado, nao é ruim assim não, pois o brasil é idependente, veja bem o ingles, uma palavra e varios significados, mais ou menos o português BRASIL e nao português PORTUGAL. Sou totalmente de acondor com essas mudansas.

  4. Letícia Maieski  •  Jan 12, 2009 @16:03

    Essa nova ortografia é absurda!!

  5. SILVANA  •  Jan 13, 2009 @22:39

    RIDICULO ABSUDO ESSA NOVA ORTOGRAFIA, TOTALMENTE DESNECESSÁRIA.

    A PALAVRA COCÔ NAO TEM MAIS ACENTO ENTAO VAI FICAR COCO, NAO DÁ NÉ

  6. Rocha Jr  •  Jan 14, 2009 @18:30

    Ei Silvana, pelo que eu li o circunflexo só vai sair das palavras que termina com hiato, então eu acho que a escrita do nosso “COCÔ” não vai mudar… mais caso isso ocorra poderemos escrever das formas mais populares: “bosta, tolete, fezes… no final tudo é a mesma “MERDA” mesmo!!!

    hehehehe

  7. mayara cristina  •  Jan 15, 2009 @12:12

    até todos se adaptarem a essas mudanças………vai demora hein

  8. DANIELA  •  Jan 15, 2009 @15:30

    um vaai demorar!pra nos adaptarmos

  9. Clovis  •  Jan 15, 2009 @15:50

    Caro Douglas.

    Há uma enorme diferença entre a questão de “pera” e “pêra”, onde o acento é meramente diferencial – são palavras paroxítonas – e “fenômeno” e “fenómeno”, onde a questão estão está em que TODA PALAVRA PROPAROXÍTONA deve ser acentuada. A diferença, no caso, é que, em Portugal a pronúncia é ABERTA, daí o acento agudo, enquanto que no Brasil é fechada, daí o acento circunflexo… Não é uma questão de “acento diferencial”, mas de regra gramatical que existe na LÍNGUA PORTUGUESA…
    Não sei se ajudei.

  10. joão paulo  •  Jan 16, 2009 @10:55

    com tantos questionamentos, eu acho é que se devia retirar a língua de circulação
    vamos falando um ingleisinho aí, é mais fácil mesmo. é só to, you, boy…..descupem se não agradei

  11. Rebeca  •  Jan 16, 2009 @19:45

    O nosso país têm vários problemas socias, creio que deveriamos fazer mudanças para melhorar a vida da população, e não ficar perdendo tempo com esse tipo de reforma, o que nos resta a fazer é esperar a proxima ”reforma ortografica”

  12. Prizi  •  Jan 19, 2009 @15:28

    O objetivo desta unificação é maior e louvável: tornar a lingua portuguesa mais forte. Por que será que o inglês e o espanhol têm tanta força mundial? O português tem potencial para chegar lá e essa unificação dá um belo empurrão para isso.

  13. Natalia  •  Jan 19, 2009 @22:24

    Gente… Se deem por satisfeitos em falar português, já que a língua é, do mundo, a que mais aproxima a fala da escrita!

  14. Rafael Gmeiner  •  Jan 20, 2009 @10:02

    Diferenças a parte…vejamos bem. Foi dito,pelo Clovis, que o acento existe em “fenômeno” e “fenómeno”, por que TODA PALAVRA PROPAROXÍTONA deve ser acentuada e, ainda que, a diferença, no caso, é que, em Portugal a pronúncia é ABERTA, daí o acento agudo, enquanto que no Brasil é fechada, daí o acento circunflexo. Ok… Mas pq temos que mudar tba forma de falar??

  15. Rafael Gmeiner  •  Jan 20, 2009 @10:09

    Pq se há grafia igualada, o, e e outros mais, abertos ou fechados serão modificados na fala também. Concordo que será muito demorado para que as pessoas se acostumem sim, como qq outra coisa que é feita nesta vida, desde a mais simples. Se você passa trinta anos escrevendo, falando e fazendo coisas a um modo, logo para modificar e habituar-se leva muito tempo sim.
    Já disse antes. Seria muito mais coeso ensinar ao povo brasileiro a estudar. Inserção de cultura do estudo é a melhor coisa a ser fazer.

  16. flavia  •  Jan 20, 2009 @14:34

    eu amei essa mudança

  17. flavia  •  Jan 20, 2009 @14:35

    unificação ficou perfeto

  18. Rosangela  •  Jan 21, 2009 @20:48

    Bnoite!
    como fica para escrever reanálise – re-análise ou reanálise.

  19. Fausto  •  Jan 22, 2009 @11:08

    No nosso Brasil, nossos representantes aprovam cada lei que dá até vontade de chorar. Deveriam fazer coisas para o bem estar da população tão sofrida.
    Tudo isso é uma besteira.

  20. Lihh Victor  •  Jan 23, 2009 @13:22

    Rosangela, a palavra reanálise vai continuar reanálise.
    Só se acrescenta o hífen nos casos em que o primeiro elemento finaliza com a mesma vogal que começa o segundo elemento.
    Ex: como o próprio site exemplificou microondas = micro-ondas; e por aí vai.
    Como esse que você sitou não é caso, logo não há mudança.

  21. Lihh Victor  •  Jan 23, 2009 @13:23

    Ops; me perdoem. É CITOU e não SITOU. Foi sem querer

  22. Fernando Pessoa  •  Jan 26, 2009 @0:52

    Toda mudança gera polêmica, porém, é necessaria.Resta saber se esta regra vai prevalecer ou será mais uma regra em vão.

  23. Daniel  •  Jan 26, 2009 @8:31

    vai ser dificil para aprender de novo. Para minha irma vai pra segunda serie pra ele vai ser facil para escrever as palavras sem acentos e para mim que estou na setima serie para escrever as palavras sem acentos vai ser dificil

  24. Kayru  •  Jan 26, 2009 @12:13

    SILVANA, está faltando um pouco mais de estudo ortográfico. Antes de citar exemplo, é necessário verificar a palavra. Você deu um exemplo: COCO. Vamos ao fato. Temos palavras chamadas parônimas na língua portuguesa, senão veja:
    COCO [Ó] = bactéria de forma esférica;
    COCO [ô] = fruto do coqueiro – ou – forma de dança de roda cantada em coro.
    COCÓ [Ó] = coque de cabelo
    COCÔ [ô} = fezes, excremento
    Agora, se eu escrever: gosto de batida de coco, e alguém ler “cocô” …. então.. kkk – Abraços.

  25. Zédavila  •  Jan 28, 2009 @13:47

    O brasileiro, se acostuma, muito facilmente, com rítimos e músicas novas, até quando ouve pela primeira vez; quando vê um maluco na rua com uma roupa, sapato, cabelo, pircing ou uma tatuagem diferente, trata rápidamente de copiar ou adaptar algo parecido, incrementando, tentando melhorar ou superar o que viu, mesmo que esquisito – adora o inusitado
    Mas infelizmente reclama por um ajuste que tenta igualar a escrita e até facilitar o entendimento para os estrangeiros, valorizando assim nossa linguagem.
    As pessoas que já passaram dos 50 anos e estudam desde criança, já passaram por várias reformas e, aqueles que tiveram interesse, nunca reclamaram, adaptando-se ao que realmente pode ter valor. Enquanto outros por aí, que nem sabem se o próprio nome tem acento ou não, estão se metendo a estudar inglês ou outra língua.
    Estudem, leiam jornais, revistas, livros, mesmo que encontrem a palavra SAHIDA!
    É melhor que ficar aprimorando esta ortografia idiota dos chats da vida.
    ISTO (ACIMA) SÓ SERVE PARA AQUELES QUE AQUI SE OFENDERAM!!!

  26. Joalho  •  Feb 2, 2009 @14:38

    Oi, meu nome é Joalho.

  27. Bianca Iunes  •  Feb 3, 2009 @13:11

    antes ja era dificil, e agora com essa merda de nova ortografica ta pior ainda.
    :@
    vai toma no piii.
    Portugues oscaralho.

  28. Cristine  •  Feb 3, 2009 @14:08

    Daqui a pouco não vamos ter mais diferenças ….

  29. Fabiana  •  Feb 4, 2009 @9:06

    naum sei pra que enfeitar desse jeito era bem melhor como estava antes agora ficou mais complicado meuuuuuuu….. besteira…

  30. Estrecrosvinilda ;)  •  Feb 7, 2009 @12:09

    Muita besteira esse negocio de nova ortografia!!é não er mais o que fazer,ao invés de fazer uma lei para melhorar a vida em nosso país,eles fazem uma lei para complicar a nossa vida!!¬¬’

    Ridiculo

  31. Aline  •  Feb 8, 2009 @21:07

    Tanta gente passando fome no mundo e agora essa de mudar a ortografia?!!
    É pra acabar!!! Imaginem quanto dinheiro está sendo desperdiçado para que essa mudança ocorra? quantos livros serão destruídos e perderão suas funções nas bibliotecas? sim, porque livros desatualizados ortograficamente ninguém mais vai querer consultar! Durma com isso!!!

  32. Song  •  Feb 9, 2009 @15:19

    Ficamos em escolas, cursinhos e etc…demoramos anos pra aprender e agora temos que ”desaprender” e aprender tudo de novo.
    Totalmente ridiculo

  33. brian  •  Feb 9, 2009 @20:59

    peôôôôôôôôôôôôô

  34. Fernanda  •  Feb 10, 2009 @13:15

    ahhh para mim se acostumar com essa nova gramática, vai ser muito dificil…..vou continuar escrevendo como antes, eu já estou no terceiro ano do ensino médio e quero só ver, imagina se no vestibular cair “acentue as palavras corretamente”, como vou fazer e agora? nova gramática ou a antiga????? e a hístória dos hífens??? e quando eu for fazer a redação, corrigirem de acordo com a nova gramática vou me prejudicar por isso???, por favor respondam….!!! /)

  35. Fernanda  •  Feb 10, 2009 @13:19

    isso só p complicar!!!! realmente Daniel concordo com vc para meus irmãos não fará diferença mas para nós fará completa!

  36. Maxylene  •  Feb 10, 2009 @15:06

    Eu acho que por um lado vai complicar mais ,porque a gente já tinha aprendido do outro jeito.
    Mais pelo outro lado a gente vai deixar um pouquinho de se preocupar se o acento tá serto ou tá errado etc.

  37. ia  •  Feb 12, 2009 @21:27

    eu acho ótimo!
    pois vai fortificar a nossa lingua
    e unificar, nós só mudaremos um poucos
    já em Portugal a coisa é bem diferente
    vai ser para o nosso bem todos unidos é melhor
    ou de uma forma rude é melhor todos em um só quadrado!

  38. Rocha Jr  •  Feb 13, 2009 @13:07

    A intenção não é unificar a nossa língua e sim a escrita entre os paises de língua portuguesa, facilitando a compreenção principalmente de textos oficiais que circulam entre os governos destes paises.

  39. Jessy Caio  •  Feb 13, 2009 @15:55

    Isso é muito interessante.

  40. maks  •  Feb 15, 2009 @9:27

    a nova ortografia é uma porcaria
    e para bestas

  41. maks  •  Feb 15, 2009 @9:49

    quem e besta gosta dessa porcaria que e uma droga nacional

  42. Marcella  •  Feb 16, 2009 @19:24

    Aeew vcs ficam pagando de grande e de gostosos tentandu ensinar os outros a falar vaai todo mundo pra PQP na moraal essa nova ortografia e uma meerda eu heem agora nos jovens teemos que aprender as drogas da palavra tudo de novo que sacco eeu heem isso é bessteira e se alguem fala merda cmg _|_² foode

  43. Eu  •  Feb 17, 2009 @15:53

    Não dá nem pra comentar tamanha idiotice, e veja bem, sou professora de Portugues e acho tudo isso irreal.

  44. leandro....  •  Feb 18, 2009 @15:03

    Diferenças a parte…vejamos bem. Foi dito,pelo Clovis, que o acento existe em “fenômeno” e “fenómeno”, por que TODA PALAVRA PROPAROXÍTONA deve ser acentuada e, ainda que, a diferença, no caso, é que, em Portugal a pronúncia é ABERTA, daí o acento agudo, enquanto que no Brasil é fechada, daí o acento circunflexo. Ok… Mas pq temos que mudar tba forma de falar??

  45. Du  •  Feb 18, 2009 @16:18

    ortográfica, não fonética .-.

  46. Rafael Gmeiner  •  Feb 18, 2009 @20:54

    Galera, a questão aqui é o seguinte: tudo isto é para facilitar o brasileiro de estudar. POxa, penso aqui comigo, meu filho mais velho tem sete anos, ele vai sofrer para alterar o que aprendeu ate agora e o que vai parender ate 2012 ou depois. Os professores ainda não estão ensinando a nova ortografia. Eu jah tenho 30 anos e sou jornalista, mais facil me adpatr do que ele.
    O lance não é valorizar. Se precisa mudar (para facilitar a comunicação entres paises que falam a mesma lingua) me desculpe mas vejo isto como DESVALORIZAÇAO da lingua.
    Como disse anteriormente, a forma como falaos nosso português tem a ver com a nossa cultura…asim como o portuguÊs de portugal temn a ver com a cultura deles e assim por diante. Não venha com papo de que isto não tem nada a ver por q, se não fosse, desde a colonização falariamos como os portugueses, OU NÃO?!!?
    Todos nós sabemos que no Brasil a bagunça é geral…então pq ensinar o portugues, que já difícil se podemos criar algo que facilite…Ou ninguem aqui sabe que esta história de NOVA ORTOGRAFIA surgiu aqui no Brasil. Será que ninguem sabe que Portugal foi contra?? E sabe pq??? PELA DESVALORIZAÇÃO DA LÍNGUA E DA CULTURA. Sabe pq Portugal aceitou?!?! A MERDA DA PALAVRA “RETALIAÇÃO”, que poderia trazer prejuizos e tals.
    Gente, acordem.
    Sou brasileiro, mas não vou dizer que amo o país…hj como está, na verdade tenho muito ódio pq estes governantes acabam com o país.

  47. cavalo  •  Feb 23, 2009 @22:38

    o pior é que nem o Presidente do Brasil sabe escrever…
    há alguns dias, rebatendo as críticas do mensalão ele escreveu:
    “No PT não existem dezonestos”

    PT significa Partido dos Trabalhadores, do qual ele faz parte, e não Portugal, pelo amor de Deus!!!

  48. Olivia  •  Feb 26, 2009 @15:57

    Gente eu gostei das mudanças MAS quero saber se português ainda tem acento ou não.
    Me ajudem gente

  49. bom  •  Mar 2, 2009 @12:15

    oi gatei muito da nova ortografia ja estou aprendendo

  50. Maria das Dores  •  Mar 9, 2009 @16:56

    Não achei necessária essas mudanças, acho que vai prejudicar muitos de nós! sei que essas mudanças só foram feitas pensando no nosso bem, mas sinceramente NÃO GOSTEI !

  51. Zezo  •  Mar 9, 2009 @17:01

    Eu achei necessário (mas não sei se necessário é com acento ou sem) , para unificar a língua portuguesa, mas nossas mudanças ,na minha opnião, serão as mais afetadas, pois aqui no Brasil teremos mais regras em comparação a Portugal. beijos a Maria das Dores!

  52. Zezo  •  Mar 9, 2009 @17:04

    Mas minha gente, eu não entendi ainda, carro tem acento ou não??????????????????????????????????????????
    beijos para Maria das Dores e Zezo.

    ME AJUDEM!!!!!!!!!

  53. Iasminn  •  Mar 10, 2009 @20:35

    nein sei por que essa coisa de nova ortografia
    mais é da hora mudah um pokko
    só sei q tenhu q termina meu trabalho sobre isso ,….

  54. Iasminn  •  Mar 10, 2009 @20:38

    cavalo eli é meio burro
    e bom tamen ja to aprendendpo
    to parecendo primeira serie maix ta okk

  55. john  •  Mar 11, 2009 @9:13

    eu achei uma coisa bem interessante da mudança ortográfica,mas o que impressionou foi na escola,o professor de português já esta pegando pesado com os aluno,e as provas nem se fala nos testes.
    vai demorar! para nos adaptarmos com essa mudança.

  56. Lucas Eller  •  Mar 13, 2009 @20:19

    Li e achei interessante os vários comentários sobre a grafia finalmente padronizada da língua portuguesa. Bem, para iniciar, eu gostaria de trazer um ponto de vista bastante importante, e que não se discutiu muito entre os tantos comentários que vi em diversos websites sobre o assunto. A língua portuguesa, de acordo com um artigo que li na Wikipédia, era “the only Western language which was not standardized” (a unica lingua de ramo europeu nao padronizada). Brevemente, gostaria de pedir desculpas por nao poder usar acentos neste texto, pois meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda a escrever em portugues ;-(
    Bem, voltando ao assunto, desde 1911 houve divergencias entre a lingua, por quaisquer motivos, politicos, creio eu, e a lingua praticamente “se dividiu” em duas, uma com base em Lisboa e outra com base no Rio de Janeiro. O que foi uma grande pena! porque a lingua portuguesa e’ uma das mais bonitas e ricas entre todas, que se originou na Peninsula Iberica ha’ quase mil anos, espalhando-se entre os varios continentes nos ultimos 6 ou 7 seculos. Para mim, descendente de comerciantes portugueses que se imigraram para o Brasil ha’ mais de 3 seculos e tenho verdadeira paixao pela lingua portuguesa, e’ muito gratificante ver, finalmente, depois de um arduo trabalho de 18 anos, a lingua como uma so’, sem divergencias, quaisquer que tenham sido os motivos. Viva a lingua unificada!!!

  57. Lucas Eller  •  Mar 13, 2009 @20:28

    Aqui o acento serve para diferenciar a pronúncia. E em pera e pêra não servem pra nada?
    Qual é o objetivo da acentuação pra vocês? Enfeitar as palavras?

    Respondendo ao Douglas: o acento entre pera e pêra e’ um acento diferencial, que nao serve para diferenciar a pronuncia, e sim a diferença de significado entre as duas palavras. Outros bons exemplos sao: para (preposicao) e pára (verbo parar), por (preposicao) e pôr (verbo).
    Estes acentos nos ajudam saber qual o significado das palavras envolvidas. Porem, como em qualquer lingua das 5 que falo, descobri que o contexto ajuda mais do que acento diferencial 😉

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  58. Lucas Eller  •  Mar 13, 2009 @20:34

    Interessante seu ponto de vista, Kayo Augusto. O Brasil esta’ despontando como uma grande nacao no cenario internacional em termos de economia, e aqui em Nova York diz-se que o Brasil vai em breve estar entre as 5 maiores economias do mundo, a menos que aconteca algo muito errado, fora dos padroes normais na economia mundial. Era triste ate’ recentemente ver a nossa lingua tao dividida. O trabalho de 18 anos dos linguistas envolvidos no projeto esta’ de parabens! Tao pouco mudou em termos de escrita, e tao bonita foi a unificacao da grafia da lingua portuguesa 😉

    Em resposta a Kayo Augusto, que escreveu: nao acho bem assim nao, logido que isso atrai “guerra” da oposição, mais c todos veem por outro lado, nao é ruim assim não, pois o brasil é idependente, veja bem o ingles, uma palavra e varios significados, mais ou menos o português BRASIL e nao português PORTUGAL. Sou totalmente de acondor com essas mudansas.

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  59. Lucas Eller  •  Mar 13, 2009 @20:42

    Oh, Monyke, diga-me um exemplo que voce ache ridiculo na grafia unificada da lingua portuguesa ;-(
    E’ bastante bonito o fato de que agora temos uma so’ lingua, unificada e de valor universal, o que nao era fato ate’ recentemente. Grande pena que isso aconteceu na nossa lingua ate’ recentemente, por quase um seculo. E’ uma marca bastante negativa que nos, os amantes da lingua, nao devemos deixar acontecer em geracoes futuras. Bem, com o uso da internet e com mais e mais pessoas tendo acesso a leitura e ao aprendizado, isso nao devera’ mais acontecer.
    Pense bem: nao houve tantas mudancas assim… foi apenas um pequeno ajuste, e sinceramente, eu acho muito divertido escrever na nova grafia. It’s pretty cool 😉

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  60. Grazy  •  Mar 14, 2009 @1:29

    Eu tbm não gostei, tbm ja estou no 3° ano do Ensino médio, e vai ser mt difícil acostumar.
    Mas já que não há outro jeito temos que nos adaptar, não adianta nada ficarmos reclamando, pois de nada vai adiantar,agora é só nós nos acostumarmos.
    E respondendo a pergunta do Zezo,( necessário ) ainda tem acento, é ditongo terminado em “oi” mas não é ditongo aberto.

  61. Grazy Werneck  •  Mar 14, 2009 @1:33

    Mas que é estranho é, imagina só, ideia sem acento micro-ondas com hifen.
    O que eles arrumam pra gente hein!!
    aiaiai
    Mas temos q nos acostumar….[:d]

  62. Lucas Eller  •  Mar 14, 2009 @15:26

    Resposta a Letícia Maieski, que postou: Essa nova ortografia é absurda!!

    O que voce acha tao absurdo nesta nova grafia? A gente como falantes nativos fica feliz em ver umas das maiores linguas do planeta padronizada 😉
    A lingua portuguesa e’ falada por aproximadamente 230 milhoes de pessoas. Antes do acordo ortografico, parecia duas linguas, agora e’ uma lingua unificada.
    Cheers to that 😉

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  63. Lucas Eller  •  Mar 14, 2009 @15:44

    Resposta a Prizi, que escreveu:
    O objetivo desta unificação é maior e louvável: tornar a lingua portuguesa mais forte. Por que será que o inglês e o espanhol têm tanta força mundial? O português tem potencial para chegar lá e essa unificação dá um belo empurrão para isso.

    Boa, Prizi, e’ este o espirito da coisa 😉

  64. Lucas Eller  •  Mar 14, 2009 @15:48

    Resposta a Silvana:
    RIDICULO ABSUDO ESSA NOVA ORTOGRAFIA, TOTALMENTE DESNECESSÁRIA.

    A PALAVRA COCÔ NAO TEM MAIS ACENTO ENTAO VAI FICAR COCO, NAO DÁ NÉ

    Oi, Silvana, esta e’ uma palavra feia com ou sem acento, nao e’ verdade?
    E e’ uma palavra que nem sequer merece ter como assunto por nenhum falante, entao nem importa se for afetada ou nao pela nova regra de ortografia da lingua portuguesa.

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  65. Lucas Eller  •  Mar 14, 2009 @16:01

    Resposta a Ia:
    eu acho ótimo!
    pois vai fortificar a nossa lingua
    e unificar, nós só mudaremos um poucos
    já em Portugal a coisa é bem diferente
    vai ser para o nosso bem todos unidos é melhor
    ou de uma forma rude é melhor todos em um só quadrado!

    E’ isso ai’, Ia, todos juntos em uma so’ lingua 😉
    O fato e’ que as diferencas eram muito poucas (de no maximo 1.5% de diferenca), porem, no cenario internacional, as diferencas nao ajudavam. Agora e’ muito mais facil escrever de forma padronizada e aceita em todas as varias comunidades onde se fala o portugues, que sao a Angola, o Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau na China, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste.
    Países com um número significativo de falantes:
    Andorra, Bermudas, Canadá, Estados Unidos, França, Jersey (na Europa) e Luxemburgo.
    Viva a lingua portuguesa padronizada! 😉

  66. Lucas Eller  •  Mar 14, 2009 @22:01

    Resposta a Zezo:

    Mas minha gente, eu não entendi ainda, carro tem acento ou não??????????????????????????????????????????
    beijos para Maria das Dores e Zezo.

    ME AJUDEM!!!!!!!!!

    Carro nao tem acento e sim assento 😉

    Veja estas explicacoes:

    Dúvida entre acento e assento

    Acento: sinal ortográfico.
    Da mesma família: acentuar, acentuação
    Ex: Esqueci-me de colocar um acento em cágado e ficou cagado… 😉

    Assento: banco, lugar onde as pessoas se sentam.
    Da mesma família: assentador, assentamento, assentar.
    Ex: As crianças mais pequenas devem viajar com o assento.

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  67. Primo  •  Mar 16, 2009 @10:36

    Significativamente notavel ….

    essa nova ortografia vai causar um certo problema de adaptação.

  68. L & V  •  Mar 16, 2009 @15:00

    ¬¬° Acheii booa essa mudança … o ruiin é os trabalhos qui agente tem q fazeer ! °¬¬

  69. cam  •  Mar 16, 2009 @20:43

    é uma merda isso tudo!!!!!!!!

  70. Lorrane  •  Mar 19, 2009 @15:03

    ficou pior!!! essa nova ortográfia e muito chata…..

  71. marcela  •  Mar 23, 2009 @15:20

    posso continuar escrevendo como antes ou agora é errado também? ridículo essa nova ortografia

  72. laleska delles  •  Mar 23, 2009 @19:32

    juliuymnh sea bvf oi uytr esw bvc lok

  73. felix  •  Mar 23, 2009 @19:52

    acho isso uma coisa muito sem noção n à o porque dessa mudança só vai atrapalhar que já aprendeu

  74. debora sena sousa  •  Mar 24, 2009 @21:13

    acho muito bom .tem que ter mais dificudades nos deveres

  75. debora sena sousa  •  Mar 24, 2009 @21:21

    essas pessoas nao sabem o que pensam. a nova ortografia so ta melhorando nossos conhecimentos.essas pessoas tem que aprenderem mais. devem ta falando disso porque nao sabem de nada.eu sou um caso diferente. adorei a nova ortografia.

  76. debora sena sousa  •  Mar 24, 2009 @21:43

    cara bianca lunes voce deve ser burra para achar o acordo ortografico uma merda. 5% dessas pessoas acham muito bom.e nao e tao dificio assim a escola onde eu estudo todoa nao reclamam de nada.porque voce acha isso ruim?

  77. debora sena sousa  •  Mar 24, 2009 @21:49

    maks se voce acha isso uma droga ,deus nao comcorda com isso. se tao fazendo isso e para a nossa aprendizagem.

  78. debora sena sousa  •  Mar 24, 2009 @21:52

    cavalo, nao mete deus nas tuas palavras.

  79. Valdeci  •  Apr 3, 2009 @21:59

    Com essa mudança na ortografia prestaremos mais atenção no que escrevemos, no que lemos e no que falamos, consequentemente aprenderemos e compreenderemos realmente a Língua Portuguesa.

  80. LETICIA  •  Apr 4, 2009 @10:57

    ISSO E PRA QUEN NAO TEM O QUE FAZER E FICA INVENTANDO ISSO PARA PASSAR O TEMPO ISSO E UMA COVARDIA PRA QUEM ESTA NA FACULDADE

  81. ANA CAROLINA  •  Apr 7, 2009 @17:47

    NÃO GOSTEI DISSO AS REGRAS ESTAVAM MUITO BOAS COMO ESYAVAM AGORA TEM QUE APRENDER TUDO DE NOVO E SÓ PRA VENDE DICIONARIO

  82. Pauleta  •  Apr 7, 2009 @23:33

    Redicula essa ortografia !

  83. Paula Tejando  •  Apr 7, 2009 @23:36

    eu goztei desa ortografia !
    legau néh !
    si era boua fico melior aimda, eu zó tirava deiz nas provas, agora tiro onse !
    hihihi
    legau mesmu !
    zou felis agoura !
    di fé meismu !

  84. Daniel Sales  •  Apr 11, 2009 @9:34

    pra essa nova reforma so tenho duas palavras a dizer::
    sem comentários.

  85. Bruno  •  Apr 11, 2009 @9:47

    “eu goztei desa ortografia !
    legau néh !
    si era boua fico melior aimda, eu zó tirava deiz nas provas, agora tiro onse !
    hihihi
    legau mesmu !
    zou felis agoura !
    di fé meismu !”

    UAHUHAUHAUHAUHAA me mijei rindo KKKKKKK mais ow essa ortografia e uma merda n vai adianta de nada.!
    Pra min so adianto pra as professora manda trabalho no colégio sobre isso -.-‘
    aff quem invento essa merda n tinha mais nada o q fazer igual a quem inventou a escola

  86. Bruno  •  Apr 11, 2009 @9:48

    OW essa ortografia e uma merda n vai adianta de nada.!
    Pra min so adianto pra as professora manda trabalho no colégio sobre isso -.-‘
    aff quem invento essa merda n tinha mais nada o q fazer igual a quem inventou a escola

  87. brenda  •  Apr 13, 2009 @15:33

    eu acho errado mudar a ortografia da noite pro dia, como uma pessoa aprende???
    principalmente uma criança!!!!

  88. mary  •  Apr 14, 2009 @21:02

    é concordo com tigo BRENDA!!!

  89. Cintia  •  Apr 21, 2009 @10:09

    Meu eu axei desnecessaria essa mudança pq como disse a Brenda “ninguem aprende da noite pro dia”
    Ate tdo mudo aprende … vai se uma putaria maiorr
    pq ja tinha analfabeto agora entao

  90. EU  •  Apr 21, 2009 @16:00

    AHH TAVA UMA MERDA E FICOU PIORRRRRR

  91. barbara  •  Apr 22, 2009 @9:06

    pra que serve essa porra de nova ortografia…isso so vai complicar minha vida
    a professora de portugues e maior puta e ainda por cima quer ki eu fasso um trabalho igual o butao dela!!

  92. guilherme  •  Apr 22, 2009 @17:50

    vai toma no seu cu flavia essa mudança ta me confundino todo

  93. GEORGE.  •  Apr 24, 2009 @13:53

    NA MINHA OPINIÃO A NOVA ORTOGRAFIA VAI MUDAR A VIDA DE MUITAS PESSOAS
    AGORA NO PRESENTE E NO FUTURO (EU NÃO GOSTO NADA DESES (A) QUE FICAM CHINGANDO OS QUE QUEREM MELHORAR O BRASIL E MUNDO!!!!!).

  94. Manatus  •  Apr 27, 2009 @23:57

    No meu entendimento toda mudança, embora traga algum desconforto no início em face da adaptação, traz consigo inúmeras possibilidades.
    Contudo, preciso fazer uma correção necessária sobre esse tema, já reformando a minha própria afirmativa, levando-se em conta que nem toda mudança obdece este axioma. Vejamos esta reforma linguística:
    Qual a finalidade de tentar nivelar em um mesmo patamar uma língua tão diversa? A língua portuguesa falada no Brasil e Portugal (além dos outros países) tem em comum o latim como raiz e praticamente para por aí. Nossa língua tem mais componentes indígenas e africanos do que propriamente a língua mater que nos deu a base linguística. A lingua portuguesa falada em Portugal só faz parte do nosso cotidiano quando cantamos o Hino Nacional – o que na realidade para a maioria do povo brasileiro, é um hino com letra estrangeira, tal a dificuldade de serem reconhecidos os ternmos que a compõem.

    A língua, meus amigos, é vivaz e evolui à medida em que incorpora outros elementos. Na minha opinião falamos uma língua brasileira,cuja raiz vem da língua portuguesa lusitana, que tem berço latino.

    Estão querendo amarrar um burro e um cavalo na mesma carroça, já puxada por um boi.

  95. jessica araujo  •  Apr 28, 2009 @8:50

    a nova ortografia é uma merda fizerão isso só pra ferrar os alunos

  96. jessica araujo  •  Apr 28, 2009 @8:52

    essa nova ortografia é tão chata que rachou a minha bola!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  97. Joel  •  Apr 28, 2009 @23:57

    Ridicula essa nova ortografia! ²

  98. thauany  •  Apr 29, 2009 @11:31

    só pAra confundir o povO
    QUERO SABER como aprender da noite pro dia?
    RIDICULa essa nova ortografia!3

  99. Ana  •  May 2, 2009 @12:22

    Olha, que sacanagem fizeram c/a gente que estamos saindo do colegial,

    Mudar assim não vai dar tempo da gente ver nada sobre essa mudança.

    Outra coisa c/se diferencia em uma frase pêra de pera, pára de para ect… !!

  100. michele  •  May 5, 2009 @9:41

    muito ridiculo isso essa nova ortografia naum tem sentido isso esmos saido do colegial e como nos ficamos e o q aprendemos po sacanagem isso???

  101. Marcio Ivo  •  May 6, 2009 @13:39

    Esta nova ortografia so fez piorar, para nos alunos!!!
    Isto e uma idiotice.
    Eu nao concordo com a nova ortografia!!!

  102. Edson Sampaio  •  May 12, 2009 @8:55

    Eu achei boa esta nova ortografia, já que falamos a mesma lingua temos que ter a escrita iqual, para chegar em outro país e ler as revistas e jornais e entender o contexto ali escrito. Porque se não for assim, então deveremos mudar o nome da lingua no Brasil, tera que ser lingua Brasileira e assim também nos outros países.

  103. Jorge luis  •  May 13, 2009 @15:24

    como se escreve portugues

  104. weberson duarte  •  May 17, 2009 @18:54

    eu nao entendo,as pessoas são acostumadas com uma grafia a vida toda que é nossa língua

  105. juliana  •  May 17, 2009 @20:04

    Eu achei otmo pq nos vamos aprender mais coisas e tambem vamos conhecer as letras k w y no alfabeto

  106. Emanuel  •  May 19, 2009 @19:59

    Podre! A ortografia portuguesa (brasileira) se tornou podre!
    O pior é explicar pro açogueiro que agora ele deve me vender linguiça e não mais lingüiça! Mas vou dizer pra ele ficar tranquilo…

  107. Karina Rocha  •  May 20, 2009 @15:07

    Acho complicado, a gente já aprendeu uma coisa e vem essa nova ortografia e tira quase tudo que aprendemos!!!!
    Os burros vão adorar!!!
    Agora devemos se acustumar com essa idéia (ou melhor ideia).
    Numa frase devemos identificar (em alguns casos) o contexto. E os professores agora???
    Só falta agora o pessoal ler “linguiça” (que se pronuncia lingüiça) e falar “linguiça”.

    Pode ver: a maioria do pessoal que gostou dessa nova ortografia, escreve errado!!!!

  108. Maria Aparecida  •  May 22, 2009 @8:01

    Só veio complicar, o mundo se entendeu até hoje com a grafia antiga e, agora,
    estamos todos num barco sem fundo. Ninguém nos perguntou se estávamos de acordo ou não, simplesmente impuseram. E VIVA A NOSSA DEMOCRACIA!!!

  109. nayara  •  May 25, 2009 @11:41

    qual e o objetivo de mudar as palavras?
    para enfeita?
    isso e um absurdo
    isso vai prejudicar muito meu aprendizado
    na escola………………..
    mais eu comcordo com isso.

  110. camila  •  May 28, 2009 @15:19

    essa ortografia,como vimos foi elaborada há 18 anos atrás, e só agora que saiu do papel,pq acredito eu que eles analisaram lá que ia ou vai ser bom aos países que falam essa lingua. nos deram um prazo pra adaptarmos a essa transição. Sei que vai ser muito dificil, e aqui no Brasil poucas coisas foram mudadas só 6% das palavras, agora só é a questão de praticar e com e com isso vamos aprender! bola pra frenteeeeeeeeeeee pessoallllllllllllllllllllllllllllllllll

  111. Jairo R Passos  •  May 29, 2009 @10:24

    Eloqüente vai ficar muito “eloquente”. “Quente” não?
    Freqüente vai ficar bem “frequente”.
    Para aqueles que conheceram o simpático trema, as “coisas” ficarão “doentes”.
    Aqueles que não o conheceram, como pronunciarão?
    Provavelmente o farão errado, porque não saberão distingui-las ou siquer pronunciá-las!
    Ficamos muito feio na forma de escrever!

  112. Igor Moreira Modesto  •  May 29, 2009 @19:25

    Oi eu preciso de ajuda urgente. A minha professora de português passou um trabalho, que uma das alternativas era “Porque Portugal se recusa a aceita-la?” eu preciso responder essa pergunta, pq esse trabalho vale 50% da nota bimestral. Me ajudem por favor ='( !

  113. Igor Moreira Modesto  •  May 29, 2009 @19:31

    Oi eu preciso de ajuda urgente. A minha professora de português passou um trabalho, que uma das alternativas era “Porque Portugal se recusa a aceita-la?” eu preciso responder essa pergunta, pq esse trabalho vale 50% da nota bimestral. Me ajudem por favor =’( !
    O meu e-mail é: igor-anjos@hotmail.com

  114. alfs3  •  May 30, 2009 @17:26

    Portugal é o criador da “piada”, digo, lingua e tem todo direito de ser contra: os imitadores que criem seus dialetos…
    A lingua inglesa é falada em diversos países com características, próprias e todos se entendem sem problemas.
    Temos que fazer uma reforma economica, política, educacional, social, e, principalmente, combater a corrupção “sensu lato”…

  115. ana  •  Jun 2, 2009 @10:35

    Ola, so queria entender o hífen, entendi as regras aqui explicadas, so queria saber os dias da semana, se continuam ou nao com hifen, a pergunta porque ja vi gente escrevendo sem hifen, queria saber se continua ou nao. Obrigada pela atenção.

  116. JACKELINNE  •  Jun 3, 2009 @19:46

    oi so queria saber mais sobre isso aindo estudo e mais ficar sabendo mais facil sera.

  117. Marina  •  Jun 7, 2009 @14:50

    Eu só queria saber qual é o beneficio da classe pobre com isso
    por que até agora não vi nenhum
    afinal quem está sendo beneficiado com isso?????//

  118. Rago  •  Jun 8, 2009 @10:24

    quais os paises receberam a nova ortografia?

  119. Carlos  •  Jun 13, 2009 @18:42

    A palavra PORTUGÊS tem cirgunflexo?

  120. Nathália  •  Jun 16, 2009 @10:15

    Eu acho que vai ser bem difícil não só para os professores mais mas difícil ainda para os alunos inclusive os que tem poucos anos de estudo.
    eu acho que foi uma tremenda bobagem pois a escrita vai ficar diferente mais a fala a mesma então pra que isso ?!

  121. nova ortografia  •  Jun 19, 2009 @8:23

    pêlo de animal continua com acento ou não?

  122. Jéeh  •  Jun 20, 2009 @16:22

    Parabéns pela capacidade de confundir nossas cabeças…

  123. julianne  •  Jun 24, 2009 @18:37

    tenho 09 anos e estou na 4ª série, não como vcs estudaram, mas é só voces lerem coisas da nova ortografia e livros novos e atualizados e perceberão como é facil e não mudou muita coisa, estudem o alfabeto a e parem de chingar a nova ortografia.

  124. Stephanie  •  Jun 29, 2009 @15:19

    Para os queridos que se importam com os estrangeiros, sinto muito informá-los que não será tão prático aprender o nosso dialeto, pois a pronuncia é sim diferente, logo os estrangeiros vão ter que se esforçar e saber a diferença da pronúncia SIM PORRA!
    aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah o caralho essa ortografia, é n saber administrar o dinheiro, pensem quanto desgaste econômico e ecológico, sim, pra onde vai todos os livros antigos? PARA O LIXO, e não será totalmente reciclável…
    QUANTOS NOVOS LIVROS SERÃO REESCRITOS?
    O país deveria que saber investir o nosso dinheiro de forma mais útil…
    quantas pessoas morrendo nesses hospitais com péssimo atendimento?
    quantas pessoas analfabetas no patamar em que vivemos…
    RIDÍCULO!

  125. Stephanie  •  Jun 29, 2009 @15:32

    As mudanças mais significativas alteram a acentuação de algumas palavras, extingue o uso do trema e sistematiza a utilização do hífen. No Brasil, as alterações atingem aproximadamente 0,5% das palavras. Nos demais países, que adotam a ortografia de Portugal, o percentual é de 1,6%.
    ISSO É RIDÍCULOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

  126. cristian  •  Jun 29, 2009 @21:10

    =D

  127. cristian  •  Jun 29, 2009 @21:13

    TAH MAIS QUER DIZER QUE CÚ NÃO TEM MAIS ACENTO ???

    EM ???

    DIVULGA PORRAAAAAA :@

    ~> K I T O <~ 163 É NOIS

  128. cristian  •  Jun 29, 2009 @21:13

    É ZONA NORTE PORRAAAAAAAAAAAAA¹²³

  129. cristian  •  Jun 29, 2009 @21:13

    LANHANDO TODA HORA ;D SIAJSIAJSIAJSIAJSIAJS

  130. jaqueline  •  Jun 30, 2009 @11:06

    arebaguandi cada as lamparinas dessas pessoas.

  131. jaqueline  •  Jun 30, 2009 @11:10

    ui, porque tiverão que inventar a nova ortografia agora temos que fazer trabalhos sobre ela;
    que karai.

  132. Aírton Alves  •  Jul 2, 2009 @9:20

    Alguém já ouviu falar em NHEENGATU?

    Não?… Pesquisem, por exemplo, a Wikipédia.

    Depois disso façam uma reflexão, com profundo sentimento brasílico…

    Aposto que sentir-se-ão envergonhados de quererem qualquer mudança numa língua que já é NOSSA, sem subjugá-la à portuguesa.

    Como isso aqui é uma nação de ninguém, seres planaltinos e acadêmicos mofados, admitem qualquer intervenção exterior como libertinas anciãs, não medindo qualquer esforço para relaxar os fêmures.

    NOTA: Quanto à configuração do teclado, eu, como brasileiro que sou, preferiria utilizar um de padrão internacional, assim como o meu, mesmo que estivesse num outro país do leste europeu, por exemplo, e falasse até em mandarim! rsrsrs

  133. JUVENAL DOMINGUES  •  Jul 6, 2009 @18:52

    AINDA ESTOU MEIO CONFUSO NA QUESTÃO DA NOVA ORTOGRÁFIA.
    POR GENTILEZA, PARABÉNS SE ESCREVE COM ACENTO?
    OBRIGADO.

  134. Fred  •  Jul 7, 2009 @5:24

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Eu pude rir horrores de todas as discussões.
    Algumas pessoas, inclusive, criticaram o acordo em sua totalidade, mas sequer sabem escrever direito.
    Na minha opinião o acordo trará grandes benefícios aos países lusófonos. Será possível que compremos um livro em Portugal e que possamos fazer a leitura e a compreensão sem precisarmos, praticamente, de um “tradutor” para isto.
    Penso que as pessoas deveriam aprender a escrever primeiro para criticar depois.

  135. Aírton Alves  •  Jul 7, 2009 @20:04

    Filho:

    “O riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano”.
    Victor Hugo

    “O riso é o manifesto da ignorância”.
    William Shakespeare

    Devemos ter tolerância com os que erram muito, pois, com os que pouco erram, não é sacrifício algum.

    Ajude-os, se puder, sem escarnecer da condição alheia.

    Agindo dessa forma, estará sendo menos ignorante do que eles.

    Se quiser, posso auxiliá-lo para ajudar sem esmagar ou faltar com a humildade dos grandes mestres, que se envergonhavam com o menor manifesto de prepotência alheia.

    Vamos à sua primeira lição:

    Dê o significado para os seguintes verbetes:

    a) Humildade _______________________
    b) Sabedoria _______________________
    c) Paciência _______________________
    d Abnegação ______________________

    Nota: Se não for capaz de refletir em sua alma, esses simples substantivos, não responda; simplesmente ignore-os… Eu vou entender.

    Abraços, meu caro Fred.

  136. Aírton Alves  •  Jul 7, 2009 @20:35

    Para Juvenal Domingues:

    Oxítonos: Acentuam-se os oxítonos terminados em: A, E, O, seguidos ou não de S; acentuam-se os oxítonos terminados em: EM – ENS.

    Exemplos: refém – ninguém – parabéns – reféns

    Isso serve para quem quiser esclarecer qualquer outra dúvida.

    Estarei sempre à disposição.

  137. Aírton Alves  •  Jul 7, 2009 @21:07

    Após pensar muito bem, antes de dizer uma besteira, envio a vocês expressões lusitanas, nas quais a NOVA ORTOGRAFIA não os ajudará em NADA!

    “Passa-me o GRAMPINHADOR.”

    Instrumento que permite tornar uma superfície lisa numa superfície rugosa. Muito usado para dar acabamento a paredes. Tem forma de um pequeno moinho de cozinha e funciona por ação de uma manivela.

    “Pra semana vou BOTAR UM MURO.”

    Significa fazer (construir) um muro.

    “DESMANCHA-ME essa vitela hoje de tarde.”

    A arte do desmanche está muito em voga, uma vitela mal desmanchada fica obrigatoriamente mais rija. Desmanchar significa esquartejar o animal para lhe aproveitar a carne.

    “Estes sapatos dão um BOM ANDAR… parece que ando descalço”

    Esta expressão é normalmente aplicada a sapatos tipo luva… perfurados e em tons de castanho.

    Perdão se pareci ofensivo, mas, como se diz aqui no Brasil Pátria Amada Salve, Salve:

    EU MATO A COBRA E MOSTRO O PAU!

  138. Gislaine  •  Jul 16, 2009 @19:36

    Bom agora que mudou as ortografias…as pessoas começarão a escrever da forma que era correta antigamente….

  139. angela  •  Aug 2, 2009 @16:01

    odieiiiiiiiiiiii não entendi nada, foi um saco a nova ortografiaaaaaa………………….

  140. angela  •  Aug 2, 2009 @16:03

    eu nao achei uma coisa fácil agora eu tenho q ir para a escola em outros horarios por causa da nova ortografiaa q é um sacoo…………

  141. danni andrade  •  Aug 3, 2009 @16:18

    eu adorei a nova ortografia, mais vou precisar de um tempo pra saber lidar com ela.

  142. MATHEUS  •  Aug 6, 2009 @15:07

    SAIII DO CU BOSTAAAAAAAAA QII CARNISAAAAAAAAAAA,..

  143. MATHEUS  •  Aug 6, 2009 @15:08

    SAI DO CÚ BOSTA

  144. Aírton Alves  •  Aug 12, 2009 @20:55

    Meu querido Matheus:

    Não existe oxítona com a letra U que seja acentuada.

    Até para um “besteirol”, as regras de acentuação são importantes.

    Detalhe: Não se empobreça citando palavras, apenas por citá-las.

    Além de não ser engraçado, depõem contra você mesmo!

  145. julia linda  •  Aug 17, 2009 @19:21

    O QUE O

  146. yasmin  •  Aug 23, 2009 @9:05

    comao é as palavras
    e a acentuação

  147. Aírton Alves  •  Sep 6, 2009 @22:14

    Yasmim:

    Para saber com funcionam as regras da nova ortografia, você poderá consultar qualquer site na internet (é de graça), que será esclarecida toda e qualquer dúvida a respeito das mesmas.

    Agora, quanto à prática, somente o uso constante fará de você uma verdadeira perita no caso.

    Dica: Aprenda as regras e, depois, tente ensiná-las a si própria, como se fosse a professora e aluna ao mesmo tempo!

    Pode parecer loucura, mas, DÁ CERTO!

  148. pamela  •  Sep 10, 2009 @16:59

    é besteira mas só mudou um pouquinho tem gente que sempre escreveu errado e estar reclamando do que sendo q vai continuar errando

  149. Marcelo Emanoel  •  Sep 14, 2009 @12:10

    Estou em pleno acordo com essas mudanças!!!
    Pelo menos padroniza e facilita mais a escrita das palavras de hoje em dia e coloca muitas coisas desnecessárias como o trema e os acentos para diferenciar as palavras algo “oficial”.
    Estarei começando hoje a fazer as minhas mudanças e adaptações.
    É uma pena que a maioria das pessoas são tão ignorantes que não aceitam as mudanças e ficam fazendo críticas tolas!!!
    Agora não ficarei constrangido em dizer pro meu amigo Angolano que electro e facto está sendo escrito de maneira diferente do português Brasil.

  150. raquer  •  Sep 17, 2009 @9:30

    O exenplo oscaralho vai ficar filha da puta

  151. João  •  Sep 22, 2009 @18:29

    Sr. Aírton Alves,

    O tal “grampinhador” é tão usado em Portugal que indo ao google procurar por tal palavra a única ocorrência é…a do sr. Aírton Alves. Não há outra, só esta mesma! Procurei também num dicionário português e, que surpresa, não consta! E até me dei ao trabalho de procurar num dicionário de construção civil português e continuei a não encontar nada…

    Não sei de onde é que tirou esse grampinhador.

  152. lisandra  •  Sep 22, 2009 @20:11

    Kii orivel issoO….
    Jáh estavamos acostumados a falarmos diferenrii…

  153. Adriana  •  Oct 1, 2009 @20:51

    Eu só acho que para as criançãs que estão começando aprender agora, é uma boa, mas para nós que já estamos acostumados com a ortografia antiga esta sendo dificil.
    Mas tudo darsse um jeito……..
    Prescisa de espalhar varias cartilhas para que possamos enteneder melhor toda essa mudança.

  154. yago  •  Oct 3, 2009 @11:03

    aiiiiiiiiiiiii minha cabeça se ainda se escreve assim né

  155. yago  •  Oct 3, 2009 @11:05

    (8D)

  156. yago  •  Oct 3, 2009 @11:06

    [8D]

  157. INGRID  •  Nov 13, 2009 @19:28

    PORQUE MUDAR A ORTOGRAFIA????????????????? EU AINDA ESTUDO E Ñ FIQUEI NADA SATISFEITA ACHEI TUDO DESNESESARIO

  158. Lucas  •  Dec 3, 2009 @19:05

    o acordo não mudará o modo de falar dos brasileiros, afinal, vejam só algumas diferenças do português em Brasil e Portugal

    Dicionário de Português Lusitano:

    Ônibus – Autocarro
    Caminhão – Camião
    Vagão – Carruagem
    Durex – Fita-cola
    Sanduíche – Sandes
    Fila – Bicha
    Camisinha – Durex
    Bicha – Paneleiro
    Aeromoça – Hospedeira
    Sapatão – Fufa
    Dormentes – Travessas
    Fazenda – Quinta
    Mauricinho – Beto
    Pão Francês – Cacete
    Prefeitura – Câmara Municipal
    Trem – Comboio
    Pedestre – Peão
    Furadeira – Berbequim
    Rotatória – Rotunda
    Garis – Almeidas
    Faixa de pedestre – Passadeira de peões
    História em quadrinhos – Banda desenhada
    Telefone celular – Telemóvel
    Bonde – Elétrico
    Goleiro – Guarda-redes
    Abridor de latas – Abre-latas
    Geladeira – Frigorífico
    Congelador – Geleira
    Geleira – Glaciar
    Dublagem – Dobragem
    Conversível – Descapotável
    Funileiro – Bate-chapa
    Pelúcia – Peluche
    Café-da-manhã – pequeno almoço/mata-bicho
    Chiclete – Pastilha elástica

    e muitas outras…

  159. Di  •  Dec 5, 2009 @9:18

    pode ser que não fique difícil para esses alfabetizados digitais…que já mudaram por conta nosso vocabulário… não por naum, você por vc, tipo por tipow, e assim por diante…mesmo porque a geração do momento não conhece, na sua grande maioria, a grafia correta das palavras, não vai mudar nada para eles, já que não escrevem correto nunca….

  160. André  •  Dec 10, 2009 @20:23

    se exite analfabetos com a primeira ortografia, pra quê inventar uma segunda.

  161. paje  •  Dec 10, 2009 @20:26

    essa ortografia só complicou minha vida!!!!

  162. daniel  •  Dec 16, 2009 @16:16
  163. Carlos Eduardo Garibaldi  •  Jan 8, 2010 @10:07

    Achei muito bom mudar a ortografia, apesar de apenas 0,6% das palavras terem sofrido modificação , mas vejo como positiva, pois, mudar é atualizar.
    Eduardo

  164. cristina  •  Jan 12, 2010 @11:57

    AHH TAVA UMA MERDA E FICOU PIORRRRRR

  165. cristina  •  Jan 12, 2010 @11:58

    eu ñ goste da novo ortogrifia nova muito chato

  166. douglas  •  Jan 13, 2010 @17:44

    ME DESCULPEM TODOS, SÁBIOS DA GRAMÁTICA, NÃO TIVE MUITA OPORTUNIDADE DE ESTUDO, AO MEU VER A GRAMÁTICA É MUITO COMPLICADA,
    DEVERIA OCORRER MAIS MUDANÇAS PARA FACILITAR, POIS A MAIORIA DA POPULAÇÃO MAL SABE FALAR, QUEM DERA ENTENDER TANTAS REGRAS.

  167. Luciene  •  Jan 14, 2010 @13:06

    concordo com vc douglas, essa nova lei só servi pra complicar mais ainda a cabeça do brasileiro, q/ mal sabe o português atual…affffff tem coisa melhor pra inventar não?

  168. Rosimeire  •  Jan 20, 2010 @1:00

    tantas coisas que presisam ser mudada no Brasil, foram mexer com a regra ortografica que estava quieta… ninguém merece isso.

  169. Lincon  •  Jan 21, 2010 @12:57

    o problema entre a comunicação entre um português e um brasileiro, por exemplo, não é a acentuação, mas o próprio vocabulário. Li em alguns sites que um dos argumentos para essa mudanças são a possível melhor comunicação entre uns cidadãos de um país e os de outros (que falam a língua portuguesa). Já conversei com um portguês de Portugal mesmo, nascido lá. O emprego das palavras é muito diferente (sem contar a pronúncia, que às vezes parece enrolada para um ouvinte um tanto desatento). Explico com o eterno e jocoso exemplo: BICHA aqui no BR significa homossexual (é um termo pejorativo, na verdade) e lá em PT significa fila (fila de banco, de médico, etc). O L brasileiro é seco, enquanto que o L português é curvado, sei lá, tem um som profundo emm que você precisa enrolar bem a língua (o órgão) para falar – esta pronúncia é muito bela, diga-se de passagem.

    É isso.

  170. michelle  •  Feb 8, 2010 @21:16

    adorei essa noa ortografia a gente fica informada de tudo

  171. Carol  •  Feb 12, 2010 @11:03

    Bom, nunca fui muito bem tratando-se da língua portuguesa, porém achei o novo acordo ortográfico regular. Por outro lado, achei algumas mudanças desnecessárias, como, por exemplo, aquelas palavras que não levam mais acento e ficam iguais na forma escrita. Exemplo: “pára” do verbo parar e “para” preposição. Isso vai me deixar com mais dificuldade, e acredito que não vou ser a única… mas como não temos mais o que fazer pra mudar isto, o negócio é meter a cara nos livros pra tirar isso de letra!

  172. raquel  •  Feb 12, 2010 @21:43

    Venho deseja-los um bom carnaval!

  173. raquel  •  Feb 12, 2010 @21:45

    e que vcs se cuidem e não bebão, ou bebam…sei lá! só acho que vocéis tem que se comportar pra num machucar ningueim mermo……..coidado com os povo que colacão pó nar bibida e depois vam fazer as corra comvoceis!

  174. raquel  •  Feb 12, 2010 @21:48

    quero mandá e dá um abrasso pra minha main e pro mel pay, aproveitar que se pra iscrever deferenti que nois iscreva mermo!!!

  175. Giselle  •  Mar 2, 2010 @15:53

    Achei uma bagunça!

  176. maria carliane  •  Mar 8, 2010 @15:30

    não gosteu ,complicou muito minha cabeça

  177. maria carliane  •  Mar 8, 2010 @15:32

    não gostei,complicou muito minha cabeça

  178. Thamires  •  Mar 12, 2010 @20:43

    Eu vim somente p/ mandar um salve……..
    UM p/ meu Pai
    UM p/ minha Mãe
    UM p/ os meus Irmãos
    Um p/ minha família
    Um p/ Pizzaria por do Sol
    E mais um p/ A Churupita….
    kkkkk
    bjinhos

  179. Aline  •  Mar 14, 2010 @17:27

    Uma das coisas que me incomoda é o fato de tirarem o acento do verbo pára exemplo:

    O trânsito para São Paulo. ????

    Nào sabemos se o trânsito está para São Paulo ou se o trânsito parou São Paulo!

  180. juliana  •  Mar 15, 2010 @16:59

    eu achei bom ,pois outras pessoas vão ter oportunidades de aprender.
    como português,inglês,e outras materias.

  181. Glaucia  •  Mar 26, 2010 @13:33

    Os comentários de resistência a mudança só poderiam vir mesmo de Portugal. Há que se adotar novos paradigmas, estamos em 2010!
    Sou descendente de Portugueses, porém brasileira e acho que o mal dos portugueses é a falta de humildade em se adaptar a novos tempos e se acharem os donos do mundo e superiores a qualquer ser humano.
    Uma pena ! É hora de abrir os olhos.

  182. jennifer  •  Mar 29, 2010 @10:17

    Ridícula essa nova ortográfia ! nada a ver

  183. eloisa  •  Apr 5, 2010 @19:39

    nada a ver essa nova ortografia ..
    muitooo ruimmm

  184. debora ferraz  •  Apr 6, 2010 @15:14

    alguem ai sabe me dizer o que sobre a nova ortografia podera cair nas provas do ibge 2010

  185. marynne  •  Apr 9, 2010 @13:43

    Poow, vai ser muito dificil das pessoas se adptarem, pricipalmente estudates!

    Mas, : Vamos ter que aprender

  186. Daianny  •  Apr 15, 2010 @20:37

    Bom,a questão é a seguinte…

    Essas pessoas que reclaram e questionaram a mudança ortográfica são exatamente aquelas que teem preguiça de estudar…Queridos!!!O português é a lingua mais dificil do mundo,em questão de escrita e pronúncia.Então fofos,não tentem adivinhar,estudem,porque simplismente pelo fato de ter nascido no BRASIL,não significa que saibamos falar corretamente o português.
    Então lindinhos,vamos estudar sem reclamar e sem preguiça,afinal,suas reclamações não mudaram nada mesmo.Adaptem-se!!!

  187. orbilio josé machado de oliveira  •  May 8, 2010 @9:25

    Quem sabe, talvez fosse melhor oficializar o LATIM. assim voltaríamos às raizes e não existiriam mais acentos, hifens, etc.?

  188. IVe  •  May 9, 2010 @20:29

    Gente, tirei o tempo de ler esses comentários!! Minha nossa!!
    Quantos erros de português!!!
    Mas aprendi muito com isso.

  189. marcelly  •  May 17, 2010 @14:56

    não entendi nada meu professor só pediu pra mim ver “como a grafia mudou no passar do ano” é eu fico lendo essas bobeiras todas de acentr!!!

    Obrigada Pro Nada!!!

  190. wendel  •  May 21, 2010 @11:45

    sera dificil para as crianças que começaram a estudar uma coisa e du nada começarem outra , isso ae é as pessoas desocupadas num tem nada para fazer mudam a ortografia,É BRINCADERA!!! ME AJUDA AE O

  191. Andréa  •  May 22, 2010 @12:02

    Já cantava o Paralamas do Sucesso: “Assassinaram a gramática”.
    Meu Deus! Quantos erros de português aqui. Seja com a nova ou “velha” ortografia. É o tal de “internetês” dominando a galera. Concordância, ortografia e abreviações… Tudo errado.
    Não sou professora de português e, muito menos, quero dar lição de moral em algúem, mas vamos aprender a escrever, né gente! É óbvio que conhecer a nossa língua em 100% é difícil, pois a Língua Portuguesa, além de linda e fascinante, é complicada. Mas, daí a avacalhar geral, não é bacana.
    Sobre a nova ortografia, não curti muito. Mas, o novo, o desconhecido, sempre gera polêmica.
    Achei ruim terem tirado a acentuação de algumas palavras, como por exemplo, “para” do verbo parar. Fica ruim na hora de uma leitura.

    Boa sorte a todos!

  192. ERICA  •  May 31, 2010 @13:14

    eu acho isso um absurdo ja e dificil com a velha imagine com a nova isso e so pra complicar ainda mais a minha cabeça

  193. Mariana Ferreira  •  Jun 4, 2010 @20:19

    Pra que mudar a ortografia ??
    Qual é a diferença de ‘ate’ e ‘até’ ??

  194. styve paiva  •  Jul 8, 2010 @19:55

    eu gostei ,mas tem coisas q poderia ficar como está pra ñ confundir nosas cabeças mas tem certas coisas q dá pra ficar como estar.

  195. Bernardino  •  Jul 24, 2010 @19:09

    Impressionante mesmo é ver que entre os críticos da nova ortografia que aparecem nesta página, muitos ainda não aprenderam a escrever na antiga ortografia, portanto, dá pra imaginar quanto tempo ainda vai demorar para assimilarem a nova. É lamentável!
    Concordo com a Andréa, que comentou em 22/05/10.

  196. JULIO  •  Jul 31, 2010 @2:20

    Pena, Bernardino, você não ter se apercebido que a língua brasileira (deveria chamar-se assim por ser muitíssimo mais rica do que a portuguesa) só perdeu ao ser equiparada com as pequenas nações que dividem o mesmo idioma. Acho uma idiotice e uma falta do que fazer, essa alteração na ortografia. Eu, continuarei a escrever e falar da forma antiga. Que se danem esses que não respeitam a esmagadora maioria que não quer essa mudança. Serão discípulos do Chavez venezuelano ? Com certeza !

  197. *-*-*-*-*  •  Aug 2, 2010 @20:47

    Acho que isso so serve para piorar a vida dos estudantes. Isso não é uma critica, mas acho que deveriam decidir tudo de uma so vez e pronto, agora de 4 em 4 anos os alunos e trabalhadores irão ter que se adaptar com uma nova ortografia. Acho que a língua portuguesa é muito rica e muito, digamos assim, legal, porém esse tipo de mudança deicha 99% da população confusa e acabam se perdendo na nossa própria língua.

  198. daniela  •  Aug 6, 2010 @13:58

    é muito foda conseguir decorar isso tudo eu não gostei

  199. Jéssica  •  Aug 11, 2010 @21:07

    Absurdamente ridículo !! Agora todos nós temos de “aprender” a escrever novamente depois de grande?

    Tem acentos que são essencias na pronúncia da palavra… O que vai gerar de “confusão”… Nossa vida viu

  200. Karina  •  Aug 19, 2010 @18:32

    Que absurdo muda tudo quê já aprendemos com tantas dificuldades. Já bastante difícil aprender tudo e agora ter que reaprender tudo novamente.

  201. 08/09/2010  •  Sep 8, 2010 @14:02

    nao achei bom muda a nossa lingua

  202. matheus nunes  •  Sep 10, 2010 @20:38

    acho isso bom sou um estudante e concordo com a nova ortografia

  203. matheus  •  Sep 17, 2010 @9:09

    gostei dessa nova ortografia

  204. leekaaaa  •  Sep 29, 2010 @7:49

    achei isso uma explicaçãomeio que não entendi nada

  205. Ana Cristina  •  Nov 24, 2010 @14:53

    Já que o novo acordo foi sancionado, e não tem pra onde correr agora nos resta aprender. Alguns ñ aceitaram muito mas outros aceitaram e concordaram facilmente e isso é muito legal. tudo que temos que fazer agora é nos atualizarmos p/ não ficarmos leigos e nem atrás de ninguem assim ficaremos absoletos e fora da linguagem moderna. Vamos fazer de conta que a nossa nova linguagem é um computador que todos aprendem a manusear rápido. Pois na minha pouca modernidade avançada eu vou me modernizando e me inteirando do que é novo

  206. karol  •  Nov 26, 2010 @14:56

    ridiculo

  207. rafaela  •  Dec 27, 2010 @10:12

    redicolo isso, agora na escola onde eu estudo vou ter que comprar dicionário
    dessa nova ortografia.

  208. ANA PAULA ALMEIDA  •  Feb 4, 2011 @18:39

    ISSO, É A PROVA DE QUE SOMOS AINDA FANTOCHES DE PORTUGAL.
    QUALQUER DIA PORTUGAL VAI QUERER QUE ANDEMOS C/ NARIZ DE DE PALHALÇO… AI SIM O CIRCO VAI ESTA A CARATER.
    DIGO:
    -Ñ FOMOS CARAS PINTADAS…
    NOSSOS GOVERNATES TERIAM Q SE PREOCUPAR É C/ A REFORMA POLÍTICA, E RETIRAR DO CONGRESSO AS SANGUE SUGAS, QUE Ñ DEIXAM NOSSO PAÍS PROGREDIR.
    UM PAÍS QUE TEM TUDO P/ SER O MELHOR DE TODOS OS OUTROS.
    QUE PENA… É TRISTE VER UM PAÍS TÃO LINDO, CHEIO DE RIQUEZAS E DE UM POVO TÃO MARAVILHOSO NESSA ESPARRELA (PARA Ñ DIZER OUTRA COISA).
    ESPERO QUE MEUS NETOS Ñ SEJAM TÃO PASSIVOS…

  209. Maria Antonieta G. Teixeira  •  Feb 10, 2011 @19:13

    Por favor
    O que é mais correto escrever na frase:
    Eles conseguiram…
    Tua vaga poderá estar garantida.

  210. Lusiel  •  Feb 15, 2011 @0:41

    Esse acordo ortográfico é a comprovação de que a estupidez humana não conhece limites.

    Tive recentemente um professor de português que enviou um e-mail para a academia brasileira de letras, questionando o motivo de tal acordo. A resposta obtida foi:

    “Regra não se explica, regra se aceita.”

    E esse continua sendo nosso problema. Aceitamos tudo. A quem é necessário manifestar-se para deter tamanha falta do que fazer???

  211. Moni  •  Feb 25, 2011 @0:33

    Lusiel, concordo plenamente com você, principalmente porque ainda me dou ao “trabalho” de acentuar as palavras. Para mim, assento é feito para sentar, e acento, para usar… nas queridas palavritas. A história do seu professor é “tragicômica”. Bem, essa não sei acentuar.
    Enfim, como digitadora e tradutora, está sendo muito aborrecido me acostumar com as novas regras. E o pior é que, em um trabalho que estou traduzindo há bastante tempo, comecei com as regras antigas (devo dizer que sempre fui ótima em português) e agora tenho que aplicar as novas. O que é que eu faço? Depois de passar horas e horas trabalhando, vou ter que revisar e corrigir tudo? O cliente não quer nem saber, e está certo; isso não é responsabilidade dele. E mais: estou tendo que ensinar ao meu WORD (meu editor de texto da Microsoft e instrumento de trabalho) que “consequência” não tem mais trema, que “ideia” não tem mais acento etc. No começo eu até ria: ih, olha só! Idéia agora virou “idêia”…
    E mais: se der algum problema no meu computador e precisar formatar o HD, aí… tem que ensinar tudo de novo para o WORD.
    Bicho, sinceramente, eu quero ir morar na Irlanda e ouvir música celta, ou no sul da França com aquelas paisagens maravilhosas, e até para a Suíça comer bastante queijo, chocolate e conviver com as santas vaquinhas.
    Afinal, este aqui não é um país civilizado…

  212. rapha´s  •  Apr 18, 2011 @11:51

    Não gosto deste novo acordo é um saco estou fazendo um trabalho sobre as palavras q sofrerão alteração
    devia ser q nem nos Estados Unidos ñ tem acento !!!!!!!!!!!!!!!!!!

  213. pamela  •  Apr 26, 2011 @11:22

    nao gostei aff !

  214. rafaela  •  Apr 26, 2011 @11:23

    er ridiculo
    kkkkkkkkkkk

  215. bianca  •  May 5, 2011 @19:56

    issa ortografia e se é que se pode chamar assim esta uma porcaria vcs querem que eu tire 0 na prova vão se catar rebalho de porcaria

  216. ana paula  •  May 11, 2011 @14:48

    achei am maior bobagem essa nova ortografia…

  217. w plaiboi  •  May 13, 2011 @8:53

    eu achei a maior putaria do mundo
    isso eu sou de i-carly que passa na tv globinho
    beijokassssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

  218. ingrid  •  Jun 25, 2011 @19:43

    eu ñ gostei disso ok ♥

  219. Léo Castro  •  Jun 30, 2011 @2:21

    Nós aprendemos a gramática da língua “brasileira” de um modo que já é difícil, com tantas regras, aí depois querem mudar e obrigar aprendermos tudo de novo, pra piorar ainda mais…
    Haaaa VTNC…

  220. Anny  •  Jul 4, 2011 @13:28

    2011 – Estou amando a nova ortografia. É muito mais fácil escrever agora. É muito mais fácil também você ler um livro de Portugal sem estranhar a ortografia. Não é só um acordo entre Brasil e Portugal, e sim também com Angola e Cabo Verde, todos falantes da língua portuguesa. Eu concordo com jiboia, estreia, europeia não terem acento, pois a pronuncia, com ou sem acento não muda… Algumas palavra ficaram mais fáceis de escrever sem o hífen. Eu sempre me confudia: onde que eu boto o acento circunflexo em voo? Não tem mais acento cincunflexo… Adorei a nova ortografia…

  221. Anny  •  Jul 4, 2011 @13:32

    PS: é um saco trabalhar no WORD pois ele põe acento em Europeia, estreia, ideia, e o trema em linguiça, consequencia, etc…

  222. thuta  •  Jul 11, 2011 @22:36

    Apesar de ja estar sendo utilizado, acredito que esta nova ortografia só serviu para ajudar uma pessoa, que mal sabia ler e, com certeza facilitou as coisas para ele. Já imaginaram uma pessoa que é semi-analfabeto ( sendo Preesidente de um País) em carta para um outro Presidente escreve-se assim:
    (” Caro companheiro, aqui no Brasil, existem varios cocôs esperando por voces. Venham logo…”)
    Para tudo e, por tudo, ele se sairia bem…
    PS: Bem feito para estas pessoas que enviam mensagem com aquelas abreviaturas ridículas ou, escrevento erronêamente de propósito. Creio que todos já sabem do que estou comentando…
    PS 2: Em tempos gostaria de saber se agora, não terá mais razão para aqueles malditos “‘PORQUES” com acento, separado, junto?

  223. Edilaine  •  Jul 19, 2011 @15:32

    Essa nova ortografia é totalmente uma besteira, as palavras ficam com uma grafia horrível além de serem mais complicadas de identificar em que sentido elas estão sem coloca-las em uma frase.

    Assim complica, valeu gente que tinha que inventar isso.

  224. Evandra  •  Aug 1, 2011 @19:49

    Queridos internautas! Muitos comentário sobre a nova ortografia. O que importa aqui, não é se gostamos ou não, e sim como vamos fazer para utilizá-la da melhor forma possível, afinal queiramos ou não, ela estará em vigor o ano que vem 2012. Então vamos estudar com afinco para começarmos a ficar bem informados sobre esse assunto. Detalhe, para quem começou a entrar em contato com a nova reforma, digo eu, que ela não é tão ruim como estão comentando. Está até mais fácil… Desafio! Vamos aprender para depois podermos realmente fazer um coméntário baseado em fatos reais e não em suposições. beijos

  225. MARIA GOMES  •  Aug 9, 2011 @23:55

    Para aqueles q dizer q a nova ortografia é um absurdo, logo se vê q o nível de instrução de ambos é baixissimo. A nova ortografia vem facilitar. As regras ficaram mais claras. Em relação ao acento diferencial, o q vai nos possibiliar d fazer a diferença é o contexto em q esta inserido a palavra. A regra do hífem ficou muito fácil de usá-lo com a nova ortografia.

  226. Rodolfo Coimbra  •  Aug 30, 2011 @16:45

    Resposta a Lucas Eller:
    Que resposta mais “guei” que você deu para a Silvana! PQP! VTF!

    Resposta a Silvana:
    RIDICULO ABSUDO ESSA NOVA ORTOGRAFIA, TOTALMENTE DESNECESSÁRIA.

    A PALAVRA COCÔ NAO TEM MAIS ACENTO ENTAO VAI FICAR COCO, NAO DÁ NÉ

    Oi, Silvana, esta e’ uma palavra feia com ou sem acento, nao e’ verdade?
    E e’ uma palavra que nem sequer merece ter como assunto por nenhum falante, entao nem importa se for afetada ou nao pela nova regra de ortografia da lingua portuguesa.

    Novamente, gostaria de pedir desculpas por escrever sem acentos nas palavras, meu teclado aqui em Nova York nao me ajuda muito escrever em portugues… rsrsrsrs…

  227. Gabriele Silva  •  Sep 5, 2011 @17:05

    Bom em primeiro lugar o Brasil ou seja os brasileiros estao cada vez mais mudando sua escita pelas ortografias lançadas de ano em ano acho que de acordo com o que li as mudanças servem para melhorar e igualar a escrita com o pais vizinho e mesmo assim as pessoas nao aceitam o simples fato de juntar apenas mais 03 consoantes no alfabeto ;/

  228. Marcelo  •  Oct 4, 2011 @17:06

    Esta nova ortografia é totalmente sem fundamento, idéia não tem acento, e como ficaria a palavra feia, ou aveia, ou veia, ceia e etc.
    o hífen então atrapalhou muito com sua falta, ficou uma grafia totalmente pesada, imagina antissocial, totalmente horrivel, devemos deixar como antes, o ss e o rr para palavras já existentes. o super junto das palavras subsequentes ficou muito estranho em algumas palavras, atrapalhou até o comércio, supermercado sempre foi junto, mas entendemos como o mercado onde vamos fazer as compras.
    Veja o exemplo: O mercado de varejo de carnes é um super mercado. (assim tudo bem).
    Agora com essa nova ortografia ficou uma bagunça (superofertas, superamigos e etc).
    Sou totalmente contra essa nova ortografia, totalmente sem fundamento, só serviu para deixar a lingua mais feia.
    Acho que ela poderia ser pelo menos facultativa, afinal é muito ruim essa nova invenção de palavras (minirrádio, autoescola, antissocial, autorrádio), e microondas eu sempre escreverei junto!!!
    Até os grandes professores de português são contra e eu também sou!!!!!!

  229. kamilla  •  Oct 4, 2011 @18:58

    nossa

  230. paulasouza  •  Oct 17, 2011 @21:16

    isooooooooooooooo e uma merddddd seu bando de filho de rapariga dp cu arrobado e estrupdo

  231. Augusto albert  •  Oct 18, 2011 @19:25

    eu acho esses comentários negativos muito exagerados… afinal, tão pouca coisa foi mudada, estão fazendo tempestade em copo d’água! Realmente eu ainda não me acostumei e será difícil se acostumar com a nova ortografia, mas tem que estudar para se atualizar, para escrever corretamente até 2012. Não adianta falar “Que absurdo! Achei uma merda!” que não vai mudar nada. O que tem que fazer agora é aceitar e se conformar. Agora o que é triste mesmo é o tanto de livros de gramática que serão desperdiçados, isso sim eu acho um absurdo.

  232. edilene  •  Nov 5, 2011 @14:41

    já não sabia nada mesmo

  233. Estella  •  Nov 25, 2011 @9:40

    Se polo (de extremidade) perdeu o acento, “camisa polo” também?

  234. isadora  •  Dec 5, 2011 @11:09

    gosteoi mais o memos

  235. rafael  •  Dec 13, 2011 @19:31

    Eu não entendo a crítica de certas pessoas.
    Só pode ser falta do que fazer!
    Não sei se vocês leram o anúncio, mas a intenção não é “embelezar” ou “enfeiar” nada, nem de longe foi o que eles pensaram. Como existem outros países *falantes da língua portuguesa, a forma mais prática de unir/globalizar estes países do que tornar o idioma mais unido.

    “Agora o que é triste mesmo é o tanto de livros de gramática que serão desperdiçados, isso sim eu acho um absurdo.”
    Amigo, no máximo 10 páginas da gramática contemporânea serão desperdiçadas. kkkk
    – Menos de 1% de mudanças, camaradas. Qual o medo de usted?

  236. Pedro  •  Dec 16, 2011 @19:26

    E depois dizem que os brasileiros somos um povo aberto. Aí está a prova.. Povinho fechado às mudanças. E tanto falar mal dos portugueses.. Somos iguais, por isso nos repelimos… Dois povos irmaos sempre a falar mal, criticar e envejar um ao outro. É assim…
    Faz falta unificar a ortografia. Nao quer dizer que tudo será igual. Mas quem nao sabe escrever, que invente a sua como sempre o fez.

  237. Stanzel empréstimo oferecido  •  Dec 31, 2011 @17:22

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  238. Stanzel empréstimo oferecido  •  Dec 31, 2011 @17:33

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    Stanzel empréstimo oferecido

  239. Rita  •  Jan 3, 2012 @14:06

    Em Portugal toda a gente odeia este acordo ortográfico, que vai mudar 1,2% das palavras que utilizamos. No caso do português do Brasil muda 0,5%. Nós somos mais afectados e estamos furiosos com essa porcaria.

  240. fd  •  Feb 21, 2012 @17:53

    Culpa do abestado,burro,analfabeto do idiota do lula papudim.Vão votar nele de novo seus imbecis.

  241. tuty  •  Feb 29, 2012 @11:14

    porra isso e e chato da pra mim

  242. taiana  •  Mar 9, 2012 @14:00

    juliana te adoro

  243. giovanna  •  Mar 12, 2012 @8:26

    eu nao gostei da nova lei e um absurdu }:(

  244. mikaelly  •  Apr 27, 2012 @19:26

    bom ,achei bem interessante essa nova grafia!
    mas tenho que confessar que vai demorar pra me acostumar!!
    parabéns para Lucas Eller você me parece ser bem inteligente!!
    bye:Mika

  245. mikaelly  •  Apr 27, 2012 @19:27

    bom ,achei bem interessante essa nova grafia!
    mas tenho que confessar que vai demorar pra me acostumar!!
    parabéns para Lucas Eller você me parece ser bem inteligente!!

  246. Fernando Baptista  •  May 24, 2012 @8:17

    ACORDO ORTOGRÁFICO:

    “ S O S ”

    pelas matrizes profundas
    da Língua Portuguesa…

    pela promoção da “literacia”
    cultural e científica…

    pelas crianças e pelos jovens
    transformados em “cobaias” indefesas…

    Essa sinistra “guilhotina” liquidatária das matrizes profundas da Língua Portuguesa,
    esfingicamente instalada e escondida na Base IV do actual acordo ortográfico (1990),
    deveria constituir a nossa nuclear preocupação pela defesa da «Madre Língua»!…

    – 1 –
    A desassossegada e fulcral preocupação que o actual acordo ortográfico/1990 não pode deixar de suscitar reside no facto de impor uma «grafia» (repare-se bem: uma «grafia»!…) fono-cêntrica ou orali-cêntrica, assente na volátil e efémera “substância” dos «sons», dos «fonemas» («verba volant»), e não, na “substancialidade” estruturante, consistenciante, estabilizadora e permansiva das «letras», dos «grafemas» («scripta manent») de que, pelo menos desde os gramáticos, retóricos, dialécticos e filólogos clássicos (e.g.: Dionísio de Trácia, Apolónio Díscolo, Marco Terêncio Varrão, Marco Fábio Quintiliano, Valério Probo, Élio Donato, Prisciano Cesariense…), as regulae, as gramáticas, os dicionários e as antologias têm sido a expressão concreta, garantística e profiláctica .

    – 2 –
    Na verdade, contrariando o princípio enunciado pelo clarividente linguista brasileiro Luiz Carlos Cagliari , segundo o qual, «a grafia tem como objetivo maior permitir a leitura, e não, representar uma pronúncia», “escrever como se pronuncia” (como se fala…) passou a ser o leitmotiv teleológico e condutor deste novo acordo!…

    – 3 –
    Mas, com um tão mal engendrado e tão contraditório “pacto acordatário”, o que é que afinal se pretende normalizar, regulamentar, uniformizar e estabilizar: é a «pronúncia», ou seja, «o modo oral» de realização da língua, que se concretiza através dos actos de falar e de ouvir, ou é «o modo escrito» de realização dessa mesma língua, que se concretiza através dos actos de escrever e de ler?…

    – 4 –
    Se é «a pronúncia», há que elaborar, então, um acordo que, com toda a propriedade, deverá passar a chamar-se «acordo ortoépico» ou «acordo ortofónico», e não, «acordo ortográfico»; esse acordo, tomaria como referencial um «padrão fonético-fonológico» o mais alargado possível, com a intervenção elaborativa dos melhores foneticistas e fonologistas da CPLP (e recuperando eventualmente a parte melhor do trabalho a esse nível realizado pela comissão liderada por Gonçalves Viana para o acordo de 1911…), por forma a poder vir a funcionar como uma espécie de «unicode ortofónico» ou de «alfabeto fonético-fonológico universal» para toda a CPLP.

    – 5 –
    Se, pelo contrário, o que realmente se pretende normalizar, regulamentar, uniformizar e estabilizar são «as práticas escritas» da língua, com especial destaque para o «vocabulário», então, há que pensar num acordo verdadeiramente «ortográfico», num normativo que faça jus ao qualificador que o caracteriza, distingue e identifica, isto é, num outro documento que não só deixe de ser um “monumento” à incongruência epistemológica e à incompetência linguística, filológica e pedagógico-didáctica, mas que também, e acima de tudo, preserve e respeite a essência grafémica da língua escrita e que não guilhotine nem liquide os constituintes “genómicos” ou “adeânicos” das raízes lexicais que integram as bases genealógico-genéticas eruditas, provenientes do latim e do grego, na medida em que são o suporte ou sustentáculo do património lexical mais rigoroso, mais denso e mais expressivo das principais línguas românicas, património esse que também é transversal ao inglês e ao próprio alemão.

    – 6 –
    Cabe sublinhar que essas bases ou matrizes clássicas eram escrupulosamente respeitadas e preservadas pelo anterior acordo ortográfico de 1945 até aos limites da consensualidade possível que, àquela data, foi exemplarmente construída pelos filólogos e linguistas das duas delegações negociais: a portuguesa e a brasileira…

    – 7 –
    Deve salientar-se, ainda e a propósito, que este acordo de 1945 (apesar de se afastar, à semelhança, por exemplo, da língua espanhola…, do modelo ortográfico mais rigorosamente etimologista e tradicional dos «ph», dos «th» e dos «y», que esteve em vigor até 1911 e que foi seguido pacificamente, até então, por Portugal e pelo Brasil…), era, efectivamente (dentro dos limites da perfeição possível…), um normativo bem elaborado, obra de prestigiados filólogos e académicos portugueses e brasileiros, de que se destacam dois grandes nomes de referência: Rebelo Gonçalves, do lado de Portugal, e Sá Nunes, do lado do Brasil.

    – 8 –
    E a questão que, à partida, se coloca é a seguinte: o acordo ortográfico de 1945 (revelador de uma sintonia fundamental com o espanhol e demais línguas românicas…) alguma vez dificultou o processo de alfabetização escolar e de aprendizagem da escrita e da leitura, alguma vez impediu o pluralismo e a polifonia das pronúncias mais diversas em Portugal, no Brasil, em toda a CPLP e na diáspora, alguma vez travou o normal curso da “evolução” da língua portuguesa ou obstaculizou a sua projecção e dignificação no mundo ou o alargamento dos mercados e o respectivo dinamismo negocial, argumentos estes de que se servem os devotos defensores do “pronúncio-cêntrico” actual acordo, de modo acrítico, sofístico e demagógico? …

    – 9 –
    Importa, igualmente, interrogarmo-nos quanto às razões que terão impedido a não realização do prometido «debate aprofundado», a não publicação do previsto «Vocabulário ortográfico da língua portuguesa», questionarmo-nos, em suma, sobre o porquê da marginalização, silenciamento ou ostracismo de pareceres e estudos tão importantes, tão consistentes e tão bem fundamentados como são, entre outros, os dos Profs. Óscar Lopes, Maria Helena Mira Mateus, Ivo de Castro, Inês Duarte, António Emiliano, Maria Filomena Gonçalves, etc…, etc…
    – 10 –
    Do mesmo modo, se afigura pertinente desmascarar a ostentatória postura de quantos citam, como balofo ornamento de uma pretensa cultura poético-literária, o famoso exergo pessoano — «Minha pátria é a língua portuguesa» —, exergo esse, usurado de modo amnésico, se não mesmo ignaro, quando esquecem ou desconhecem que, logo a seguir a essa tão vulgarizada como banalizada fórmula, o seu heterónimo autor textual, Bernardo Soares, inscreveu, nesse mesmo andamento sintáctico, afirmações relacionadas com a expressão escrita da língua portuguesa e com a questão da «ortografia», carregadas de tão fino simbolismo como são as seguintes:

    «As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas (…). Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal (…). Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto (…) a página mal escrita (…), a ortografia sem ípsilon (…). Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha» .

    – 11 –
    Mas estas palavras, não só põem em inquestionável e mais do que justificado relevo o “modo escrito” da língua, mas também estão em clara e flagrante sintonia com a lapidar argumentação que Fernando Pessoa desenvolveu no contexto do seu lúcido e frontal combate contra o acordo ortográfico de 1911, acordo, também ele «pronúncio-cêntrico», que, como sabemos, «liquidou», sem apelo nem agravo, a tradicional grafia etimológica do «ph» de «pharmacia», do «th» de «theatro» e do «y» de «lagryma» , afastando, assim, a grafia do português da grafia do inglês, que era a outra sua predilecta língua de criação poético-literária, com a qual estava estreitamente familiarizado desde a infância:

    «… O problema da ortografia é o da palavra escrita, nada tendo essencialmente que ver com a palavra falada (…). A tradição cultural, quanto à palavra escrita, é a tradição etimológica (…). A nossa ortografia, quando, lentamente, se foi fixando, fixou-se numa ortografia etimológica, baseada, é claro, no latim. (…) Como a pronúncia da palavra é só da palavra falada, e se produz por sílabas, a palavra escrita nada tem com a pronúncia dela. (…) A letra e não a sílaba é a «unidade» na palavra escrita».

    – 12 –
    Mas, ainda no que diz respeito ao acordo ortográfico de 1945, o Brasil, como se sabe, também o subscreveu e ratificou, tendo então sido expressamente reconhecida a sua qualidade técnico-científica e filológica .

    – 13 –
    Há, porém, um irrasurável dado de facto que não tem sido tido na devida conta e que é o seguinte: o referencial da prática ortográfica em todo o mundo, mesmo com o seu tradicional conservadorismo etimológico, continua a ser, queiramos ou não, a língua escrita inglesa, não só porque é a língua de maior implantação mas também, e sobretudo, porque é a «língua franca» da grande comunicação e divulgação científica e sapiencial à escala planetária: basta pensar no que se passa com a respectiva produção bibliográfica especializada em todo o mundo e com a Internet!…

    – 14 –
    E face ao argumento de que «as línguas são realidades vivas que evoluem» (argumento invocado, de modo tão trivial quanto acrítico, pelos defensores do actual acordo para o justificarem a qualquer preço…), será que a pervivência dessa “grafia etimológico-tradicional” no inglês, no francês e no alemão tem impedido o normal curso da evolução destas línguas?… Não deveria haver maior rigor intelectual quando se recorre a este tipo de argumentação?…

    – 15 –
    Depois (e focalizando-nos agora no plano mais estritamente histórico-linguístico…), é ou não é verdade que a língua inglesa, não sendo considerada propriamente uma língua românica ou neo-latina, preserva intactamente as bases genealógico-genéticas greco-latinas, clássico-eruditas, que representam a fonte de mais de 80% das terminologias especializadas?…

    – 16 –
    O que significa que é o “paradigma” genealógico-genético, filológico-etimológico (que, enquanto filólogo, tento defender com fundamentos e com argumentos de natureza epistemológica, científico-linguística, histórico-filológica e pedagógica, e não com preconceitos de natureza ideológica, subjectivista, sentimental ou meramente opinativa…), o que significa, repito, que é esse “paradigma” aquele que melhor pode garantir não só as duas vias de formação lexical — a via popular e a via erudita —, mas também a proximidade inter-lexical e sémio-discursivo-textual do português com o inglês e com as principais línguas românicas (comparar a Base VI do anterior acordo ortográfico /1945 com a Base IV do actual acordo ortográfico /1990).

    – 17 –
    Não é por acaso, portanto, que o inglês é, hoje, reconhecidamente, o grande «sucessor» ou «herdeiro» do latim e do grego em todo o mundo, línguas que, apesar de catalogadas de «mortas», continuam a ser a fonte do maior número das raízes lexicais das terminologias científicas e especializadas e a alimentar os processos de «neologia», de «léxico-génese» e, mais especificamente, de «término-poiese», raízes, em suma, que são reconhecidas e consagradas pelas organizações internacionais de legitimação e normalização terminográfica.
    – 18 –
    Assim sendo, também não é por qualquer capricho de tipo «clubístico» ou de conservadorismo «tradicionalista» ou «anti-evolução», que luto, sobretudo, pela indispensável e urgente reformulação da Base IV do actual AO/1990. E quando digo que os Políticos e Académicos de Portugal e do nosso estimado Brasil deviam repensar tudo isto, não por é menos consideração por eles que o digo. Devo confessar, a propósito, que, além de familiares meus, tenho, em vários dos seus estados, inúmeros amigos que são professores universitários e investigadores, inclusivamente, na área da «Tele-medicina» e da «Tele-saúde», de cujo movimento internacional tenho o privilégio de ser membro honorário…

    – 19 –
    A minha preocupação nuclear decorre, portanto, do facto de entender que a Língua Portuguesa, pela sua universalidade e implantação intercontinental, justifica situar-se, cada vez mais, «na linha da frente», entre as principais línguas de comunicação e divulgação científica, tecnológica e sapiencial especializada. Mas, com esta «orto-orali-grafia» ou «orto-pronúncio-grafia», receio bem que alguma vez consiga chegar a conquistar também, como aliás bem merecia, o “estatuto” internacional de «língua franca» da Ciência e do Saber!…

    – 20 –
    Por isso é que, nessa perspectiva, a questão das terminologias se afigura crucialmente decisiva e não creio que os países de língua inglesa (Inglaterra, EUA, Canadá, Austrália, África do Sul, etc.), onde estão implantadas as melhores universidades do mundo, vão alterar a sua ortografia de raiz e tradição clássica filológico-etimológica para uma ortografia orali-fónica e anti-genealógica.

    – 21 –
    Os académicos e universitários e os dirigentes políticos destes países, porque são lúcidos e prudentes, sabem bem que constitui uma «regra de ouro» inalterável e irrevogável (como é próprio da «escrita» científica e sapiencial mais elaborada, mais estruturada, mais consistente e mais responsável) garantir e promover a precisão, o rigor, a segurança, a estabilidade, a mono-referencialidade, a univocidade e a intercomunicabilidade conceptual, lexical e terminológica entre as comunidades científicas de todo o mundo …

    – 22 –
    Este entendimento traduz uma convergente sintonia com a perspectiva que subjaz aos processos de término-poiese e de término-grafia, tal como ressalta das seguintes e autorizadas palavras de uma das mais prestigiadas especialistas na matéria, María Teresa Cabré :
    «Para la terminología, considerada (…) en su proyección como sistema de comunicación entre especialistas, la grafía de las unidades léxicas tiene una importancia capital, ya que los procesos de normalización no actúan sobre la pronunciación de los términos, sino precisamente sobre su forma escrita» .

    – 23 –
    Entre as principais estratégias de aprendizagem do vocabulário em geral, mas, sobretudo, do vocabulário de maior relevância cognitiva e densidade semântica, situa-se a “análise morfémica” como imprescindível técnica de “decomposição recomposição” e interiorização inteligente e racionalmente ancorada, através da tomada de consciência do significado e do valor dos três fundamentais constituintes da estrutura significante de um lexema: a raiz, os prefixos e os sufixos…

    – 24 –
    Ora a raiz das palavras tem em tudo isto uma importância determinante: um só exemplo (em representação dos milhares que, em análoga consonância, poderiam, igualmente, ser aqui convocados…) bastará, a meu ver, para o demonstrar e justificar. Vejamos, então, o que se passa com a palavra ‘espectroscopia’:

    – 25 –
    Nos textos científicos e técnicos, não é indiferente escrever ‘espectroscopia’ ou ‘espetroscopia’ (a primeira com «c» antes do «t», a segunda sem esse «c»): é que, em inglês (como, aliás, em espanhol, em francês e em alemão), «escreve-se», conservando o «c» da raiz, ou seja, ‘spectroscopy’ (em inglês), ‘espectroscopía’ (em espanhol), ‘spectroscopie’ (em francês), ‘Spektroskopie’ (em alemão). E o mesmo se passa com a escrita dos demais termos da mesma família de ‘espectroscopia’. Se não, vejamos:

    Em inglês: specter spectral spectre spectrogram spectrograph spectrographic spectrography spectrometer spectroscope spectroscopic spectroscopical spectroscopy spectrum…

    Em espanhol: espectral espectro espectrógrafo espectrograma espectroscópico espectrografico espectrografía espectroscopía espectroscopio…

    Em francês: spectre spectroscopie spectrographe spectrographie spectromètre spectrométrie spectroscope spectroscopie…

    Em alemão: spektrale Spektrograf Spektrometer Spektroskop Spektroskopie Spektrum…

    Em português (pelo anterior acordo de 1945): espectral espectro espectrógrafo espectrograma espectroscópico espectrográfico espectrografia espectroscopia espectroscópio…

    Em português (pelo actual acordo de 1990): espetral espetro espetrógrafo espetrograma espetroscópico espetrográfico espetrografia espetroscopia espetroscópio…

    – 26 –
    O problema que, agora, se nos coloca, ao nível da intercomunicabilidade lexicológica e da normalização terminográfica, é o seguinte: por que motivo é que se escreve dessa maneira naquelas tão importantes e influenciadoras línguas, conservando a letra «c» antes do «t» (que é, importa sublinhá-lo, um «c» genómico ou adeânico da raiz da palavra), quando o que seria mais lógico, mais natural e mais “simplificador” era suprimir esse grafema que até nem se pronuncia?!… Ter-se-á ortografado assim, por um mero e caprichoso pretexto de «conservadorismo» anti-evolução e/ou de intransigente obstinação «complicativa» e «dificultativa», ou não terá sido, antes, como já atrás ficou sublinhado, em razão de uma sensata, prudencial e estratégica preocupação epistemológica com a precisão, o rigor, a segurança, a estabilidade, a mono-referencialidade, a univocidade e a intercomunicabilidade conceptual, lexical e terminológica entre as comunidades científicas de todo o mundo?…

    – 27 –
    A resposta afigura-se óbvia e clara: mantém-se o grafema «c» da raiz, porque, dessa forma, fica bem patente, sem qualquer margem para dúvida ou ambiguidade, o facto de todos estes termos técnico-científicos serem formados por um comum e isogénico constituinte de base (oriundo do indo-europeu) — «spek- [> spik- ] / spok (> por metátese: skep- / skop-») —, mediatizado pelo latim e pelo grego, ou seja, a raiz latina «spec- / spic- » e a sua cognata grega «scep-/ scop-» .

    a) A primeira destas duas variantes radiciais — spec-— está presente no verbo latino «specio, -is, -ere, spexi, spectum», que é um vocábulo morfo-semanticamente relacionado com largas dezenas de outros vocábulos portugueses (uns de uso corrente e vulgar; outros, de uso especializado e erudito) pertencentes à mesma família lexical (arúspice aruspicina aruspício aspecto aspectual áuspice auspiciar auspício auspicioso circunspecção circunspecto conspecto conspícuo despeita despeitar despeito despiciência despiciendo despiciente especial especialidade especiaria espécie especificar específico espécime especiosidade especioso espectacular espectáculo espectador espectante espectar espectral espectro espectoscópio especulação especulador especular especulativo espéculo espelho espia espião espiar expectante expectar expectativa expectatório frontispício inspeccionar inspecção inspector insuspeição insuspeito introspecção introspectivo intuspecção perspectiva perspectivar perspectivismo perspicácia perspicaz perspicuidade perspícuo prospecção prospectar prospectivo prospecto prospector respectivo respeitar respeito respeitoso réspice retrospecção retrospectivo retrospector suspeição suspeito suspicácia suspicaz…), sendo que todos estes vocábulos (que ultrapassam a centena…) são portadores do significado “adeânico” fundacional e transversal a todos eles, de «olhar atentamente para, observar bem…».

    b) A segunda variante (a raiz grega scep- / scop-, formada por metátese interconsonântica [sp > sc] a partir da supra-referida raiz indo-europeia) está presente em lexemas gregos como episcopéo, epíscopos, sceptikós, scéptomai, skopéo, scopê, scopiá, scopós e é igualmente portadora do significado fundamental de «olhar atentamente para, observar bem…».

    – 28 –
    Foi a partir do seu isogénico enraizamento genético-genealógico nessa ancestral matriz morfo-semântica que o termo ‘espectroscopia’ (em inglês: ‘spectroscopy’) foi criado para designar, caracterizar, tipificar e definir, com o indispensável rigor conceptual, «o estudo científico, técnico e tecnológico baseado na observação atenta, pormenorizada e rigorosa das interacções entre a radiação electromagnética e a matéria constituinte de uma dada amostra submetida a análise espectral; estudo que se desenvolve através de um processo operatório, potenciado por específicos e sofisticados recursos técnico-tecnológicos que permitem detectar e observar, com cuidadosa e minudente exigência, os fenómenos de oscilação dos campos magnéticos e eléctricos, de absorção ou emissão de energia radiante, a variação de densidade espectral, etc., foto-cromaticamente gravados ou registados nos espectogramas» ; é este tipo de estudo que está na origem de métodos e técnicas de diagnóstico como a «ressonância magnética».

    – 29 –
    Repare-se que, em inglês (como aliás também nas outras línguas europeias mencionadas…), são três os “termos-conceito” que ressaltam imediatamente e de forma óbvia e clara, por estarem intimamente relacionados entre si e apresentarem a mesma grafia genético-etimológica clássica (greco-latina) e a mesma estruturante raiz genómica «spec-»: «spectrum», «spectroscope», «spectroscopy» (em português, pelo acordo de 1945: espectro, espectroscópio, espectroscopia)…

    – 30 –
    Se quisermos consolidar essa base morfo-semântica comum a estes três termos, podemos recorrer à listagem das dezenas de vocábulos acima inventariados (ver, supra, 27 a)) e organizá-los, de modo radicado, reticulado e constelado ou, também, em pódio e em pirâmide. Desse modo, a didáctica do vocabulário (léxico-didáctica) promove, reforçadamente, uma aprendizagem das formas significantes e dos respectivos conteúdos eidético-conceptuais e noemático-semiósicos fundamentais que estão em causa nas terminologias especializadas e no léxico em geral, mas promove-a, de modo inteligente e racional, e não apenas através da simples memorização desprovida de qualquer esteio de racionalidade iluminante…

    – 31 –
    Se este tipo de exercício for feito, gradualisticamente (step by step), ao longo de toda a escolaridade (desde o ensino básico até ao ensino universitário inclusive…), acabaremos por compreender e reconhecer melhor (nomeadamente com o inestimável contributo reflexivo do grande linguista M.A.K. Halliday …) o seguinte:

    i) «foi a linguagem científica que construiu para nós o vasto edifício teorético do conhecimento moderno» («scientific language has construed for us the vast theoretical edifice of modern knowledge» [Halliday: 2004, 182]);

    ii) «a linguagem da ciência é, por sua natureza, uma linguagem na qual as teorias são construídas; as suas características especiais são exactamente aquelas que tornam possível o discurso teorético» («the language of science is, by its nature, a language in which theories are constructed; its special features are exactly those which make theoretical discourse possible» [Halliday: 2004, 207]);

    iii) «o discurso científico é uma forma da mais alta energia semiótica» («scientific discourse is a very high-energy form» [Halliday: 2004, 182]) proporcionada pelo sistema linguístico;

    iv) «a energia semiótica do sistema linguístico irrompe da léxico-gramática» («the semiotic energy of the system comes from the lexicogrammar» [Halliday: 2004, 54]) e, portanto, «todo o discurso é, por assim dizer, potenciado pela energia léxico-gramatical» («all discourse is powered by grammatical energy, so to speak» [Halliday: 2004, 182]);

    v) é na léxico-gramática (e mais focadamente no léxico…) que reside «o coração da linguagem» («the heart of language» [Halliday: 2003, 194]) e «a fonte da sua energia semiótica» («the source of its semiotic energy» [Halliday: 2003, 276]), constituindo, assim, «a casa do poder semiogénico de uma língua» («the semogenic powerhouse of a language» [Halliday: 2003, 248]), poder que transforma o léxico no “centro nevrálgico” da construção de todas as significações e de todos os sentidos, numa palavra, de todo o conhecimento, uma vez que é ele o insubstituível codificador, ordenador, sistematizador e informante noético-noemático e semiósico e, assim, o imprescindível sustentáculo operatório da acção verbo-comunicativa interpretante e expressante …

    vi) «criar um termo técnico é, em si mesmo, um processo gramatical» («creating a technical term is itself a gramatical process» [Halliday: 2004, 207]);

    vii) para existir enquanto termo, uma forma linguística (uma unidade lexical) tem que designar um conceito integradamente incluído num específico e bem demarcado “domínio de pertença” noético-gnosiológico e sistémico-conceptual (científico, sapiencial, cultural… e.g.: matemática, física, astronomia, geologia, botânica, biologia, zoologia, medicina, direito, filosofia, economia, linguística, engenharias, metalurgia…) e determinado por uma definição (cf. Bessé ): 2000, 182-184);

    viii) «os termos técnicos são uma parte essencial da linguagem científica; sem eles, seria impossível criar um discurso do conhecimento organizado» («tecnical terms are an essential part of scientific language; it would be impossible to create a discourse of organized knowledge without them» [Halliday: 2004, 201]);

    ix) «os problemas com a terminologia técnica surgem, por via de regra, não propriamente dos termos técnicos em si, mas das complexas relações que eles mantêm uns com os outros» («the problems with technical terminology usually arise not from the technical terms themselves, but from the complex relationships they have with one another» [Halliday: 2004, 162]);

    x) «os termos técnicos não podem ser definidos isoladamente» («technical terms cannot be defined in isolation»), uma vez que «cada um deles é para ser entendido como parte integrante de um quadro de referência mais vasto, sendo, assim, definido em referência a todos os outros» («each one is to be understood as part of a larger framework, and each one is defined by reference to all the others» [Halliday: 2004, 162]);

    xi) «ser alfabetizado em ciência significa ser capaz de compreender a linguagem técnica que está a ser usada» («to be literate in science means to be able to understand the technical language that is used» [Halliday and Martin: 1993, 168]), capacidade que não pode deixar de ser desenvolvida, de modo articulado e integrado, no quadro estratégico e programático dos objectivos educacionais e formativos de um “projecto de cidadania” que perspective a literacia humanístico-cultural, artística, científica e tecnológica como “a pedra angular” potenciadora de uma intervenção consciente e responsável na transformação qualitativa da vida em comunidade ;

    xii) «uma compreensão das raízes das palavras (…) ajuda-nos a todos a dominar quer os termos científicos quer os não-científicos e a tornarmo-nos mais proficientes no uso da linguagem» («an understanding of the roots (…) helps us all master both scientific and nonscientific terms and become more proficient in the use of language»… [Herr: 2008, 3-4 ]);

    xiii) finalmente, «aprender ciência é, no fundo, aprender a linguagem científica» [«learning science is the same thing as learning the langage of science», [Halliday, 2004, 138]), pelo que tem pleno cabimento evocar aqui o sugestivo título que a famosa especialista em «Linguagem Científica» — Bertha María Gutiérrez Rodilla —, Professora Catedrática da Faculdade de Medicina da Universidade de Salamanca, escolheu para nomear a sua substanciosa e alumiante obra «La ciencia empieza en la palabra» .
    – 32 –
    Mas a aprendizagem da linguagem científica conhecerá outra consistência, outra coerência, outra segurança e outra fecundidade, se tiver como orientação e como suporte estratégico-metodológico aquilo que, convergentemente, nos é proposto pelos melhores especialistas em didáctica das línguas e, mais especificamente, em léxico-didáctica: o domínio seguro dos constituintes ou elementos genómicos de todo e qualquer lexema ou termo — a raiz, os prefixos e os sufixos — e a sua articulação transversal, em rede e em constelação, com os lexemas da mesma família morfo-semântica e genética (genealogia da língua…).

    ***

    Depois de tudo isto, poderá ainda parecer aos defensores do “simplismo” e do “facilitismo” pronúncio-cêntrico que a supressão de um “mero grafema” integrado nas sequências «ct» e «pt» (entre outras) da esfíngica Base IV do actual acordo ortográfico (1990) é «uma questão irrelevante e sem importância» que mais parece uma caprichosa implicância (“caturrice”, “embirração”…) do filólogo do que uma muito séria preocupação, por um lado, com uma léxico-didáctica inteligente, coerente, radicada e teorética e metodologicamente sustentada e, pelo outro, com o rigor próprio da conceptualização do conhecimento científico e com a harmonização e sintonização noético-terminológica de todo o ordenamento sapiencial…

    Pois bem, pensemos seriamente na situação-conjectura de uma receita médica ou de um relatório clínico (e poderia, igualmente, tratar-se de um acórdão jurídico ou de um projecto de engenharia…) em que apareçam termos técnico-científicos de especialidade médico-farmacológica ortografados segundo a orientação anti-filológica, anti-etimológica e anti-genealógica, consagrada na liquidatária Base IV do atabalhoado, incongruente, desestabilizador e caotizante novo acordo ortográfico!…
    Pode acontecer que, em consequência dessa confusionista e “esquizofrénica desarmonia” de origem ortográfica, um medicamento criteriosamente pensado e seleccionado na esperançosa expectativa de curar o doente, ao ser prescrito e formalizado naquela receita médica, em cumprimento da turbulenta e babélica “dis-ortografia” agora em vigor, se venha a transformar, através da leitura e da interpretação farmacêutica, numa fatídica “cicuta de morte”…

    E porque a complexidade ou a lacunaridade dos contextos, por um lado, e o ritmo urgentivo das situações emergenciárias, pelo outro, não são facilmente controláveis ou domináveis, pode muito bem acontecer que um relatório clínico, por causa das confusões ou contaminações terminológicas motivadas por semelhanças homofónicas ou parafónicas do tipo “recepção / receção” (em Teoria da Comunicação: «a recepção da mensagem foi perfeita»), “recessão” (em Economia: «a situação de recessão na Europa mantém-se»), “ressecção / resseção” (em Medicina Cirúrgica: «foi bem conseguida a ressecção do tumor»), venha a induzir terapias gravemente distorcidas, com as inerentes consequências, eventualmente fatais…

    É assim que não posso deixar de partilhar memorialmente com todos a “lição” que me foi dado aprender em torno do famosíssimo “efeito borboleta” dos paradigmas meteorológicos, através da sugestiva, esclarecedora e formativa “parábola/alegoria” que plasma, figurativamente, a «dependência sensível das condições iniciais» que, como se sabe, é a designação técnico-científica daquele «efeito» metaforicamente identificado e universalizado pelo cinetismo etológico-alar de tão grácil e alucinado insecto:

    «Por um prego, perdeu-se a ferradura;
    Por uma ferradura, perdeu-se o cavalo;
    Por um cavalo, perdeu-se o cavaleiro;
    Por um cavaleiro, perdeu-se a batalha;
    Por uma batalha, perdeu-se o reino!»

    Só que o «reino» que, nesta fábula (ao mesmo tempo tão simples e tão eloquente…), em crescente gradação se foi perdendo, pode muito bem ser o intransferível, incomparável e maravilhoso reino da nossa própria VIDA!…

    EM CONCLUSÃO:

    O actual acordo ortográfico, além dos graves erros e incongruências de natureza científica de que enferma, vai implicar, no processo da sua generalizada entrada em vigor, um ainda não calculado nem quantificado impacto financeiro, consubstanciável nos avultadíssimos investimentos que, num planeamento e numa gestão de recursos responsável e prudente (providente…), não deveriam deixar de se conjecturar e ponderar, desde já, sobretudo em tempos de tanta austeridade: desde a reescrita e informatização do enorme legado bibliográfico e do vasto acervo documental e arquivístico, até às novas edições e à formação de professores e demais quadros técnicos em todas as áreas da vida social e comunitária: Sistema Educativo, Comunicação Social, Justiça, Saúde e por aí fora… Importa ter bem presente que a comunicação verbal, com especialíssimo destaque para a comunicação escrita (esta, pelo seu reconhecido e inquestionável poder estruturomorfo e organogénico…) é ubíqua, mexendo com tudo e com todos…

    Mas esse investimento ainda se justificaria, se dele adviesse qualquer espécie de vantagem ou benefício não só para o progresso da Educação, da Cultura e da Ciência e, assim, para o desenvolvimento da Cidadania, mas também da intercomunicabilidade luso-poligráfica (mais do que luso(poli)fónica… e muito mais ainda do que luso-brasileira!…), mesmo à custa da tensão conflitual e das clivagens divisionistas que tão preocupantemente já se fazem sentir, contrariando inequivocamente, portanto, o alegado objectivo acordatário de uma convergente «unificação» no espaço da CPLP… Mas, infelizmente, nada disso está a acontecer…

    Na verdade, afora o evidente favorecimento de interesses económicos circunscritos a um ou outro poderoso e influente grupo editorial luso-brasileiro, afiguram-se muito mais graves do que tudo isso as consequências pedagógico-didácticas e cognitivas decorrentes da gravíssima “mutilação”, pela recorrentemente por mim citada Base IV, das matrizes clássicas greco-latinas que sustentam a formação de mais de 80% do vocabulário especializado e erudito, directamente envolvido nos processos de ensino/aprendizagem e no estudo da Ciência, da Técnica, da Tecnologia, das Humanidades e demais áreas sapienciais, tal como é reconhecido pela generalidade dos especialistas em Terminologia e Terminografia?…

    Pensando em apenas mais um clarificador exemplo, cabe questionarmo-nos com toda a frontalidade quanto ao seguinte: como é que um professor de Português ou um professor de Matemática vão promover articuladamente a aprendizagem de vocábulos da mesma família (bissectriz, secante, co-secante, secção, sector, dissecar, dissecção, dissectivo, dissector, intersectar, ressectoscópio, etc., etc…), se é suprimido um elemento fundamental do «genoma» ou «adn» morfo-semântico — neste caso, a letra c da raiz sec —, grafema que é comum a todas estas palavras?…

    Se, tal como prescreve a Base IV do acordo, suprimirmos a letra «c» que vem grafada antes da letra «t» na palavra «bissectriz» (de modo a ficar escrito bissetriz sem c…), com base no argumento “oralista” de que esta letra não se pronuncia, como é que se vai explicar aos alunos que este vocábulo tem a mesmíssima raiz morfo-sémio-genética — sec- — que está presente em secante, em sector ou em intersectar, vocábulos estes cujo significado conceptual assenta na ideia de «cortar»?… Ou seja, que a bissectriz [bi + sectriz] é a linha que “corta” em duas partes iguais, que dissecar [< dis + secare] é o acto de “cortar” em pedaços, para se poder distinguir claramente, etc., etc.?…

    Será que os alunos vão ter que limitar-se a decorar, cegamente e desenraizadamnete, o significado destas palavras?… Será que não lhes assiste o direito a uma aprendizagem inteligente, racionalmente sustentada, a partir da raiz respectiva, com a combinatória dos prefixos e dos sufixos, na base de que as palavras que integram esta família lexical são portadoras do mesmo “adn” morfo-semântico, portador da mesma informação “genética” de “cortar”, comum a todas elas?…

    Depois, quando verificamos que nos países mais desenvolvidos a nível educacional, cultural, sapiencial, científico, tecnológico e académico em geral e universitário em particular, como paradigmaticamente acontece com os EUA, se aposta cada vez mais na produção, entre outros, de bons dicionários etimológicos, de bem organizados «thesauri» semântico-temáticos e de modelares manuais propedêuticos ao estudo das Ciências (vejam-se, por exemplo, Norman Herr: The Sourcebook for Teaching Science, San Francisco / California / USA, Jossey – Bass, 2008; Timothy Rasinski, Nancy Padak, Rick M. Newton, Evangeline Newton: Greek & Latin Roots: Keys to Building Vocabulary
, Huntington Beach (CA /USA), Corinne Burton, Shell Education, 2008), nós, por cá, aceitamos e permitimos pacificamente que as nossas crianças e os nossos jovens indefesos sejam submetidos à autêntica “ditadura” anti-genealógica, anti-genética, anti-filológica e anti-etimológica de um “normativo simplista” destinado à alfabetização elementar que foi utilizado no Brasil, ao longo do séc. XX, não para promover a “literacia” científica, cultural e sapiencial — que é o grande desígnio educativo e formativo à escala mundial para o século XXI —, mas para orientar e dinamizar as “campanhas de alfabetização” da multidão multiétnica dos seus milhões de adultos analfabetos…

    Esta base IV afasta, a partir da raiz das palavras, a ortografia da língua portuguesa da ortografia das principais línguas de comunicação científica — inglês, francês, espanhol, alemão… — que respeitam, na sua escrita, as matrizes clássicas do vocabulário.

    O actual acordo ortográfico, ao confundir “sons” com “letras”, “fonemas” com “grafemas” e ao impor objectivamente a ditadura da “pronúncia” sobre a “escrita”, potencia, no espaço nobre da sala de aulas, o desenvolvimento do «blá-blá-blá» de uma oralidade improdutiva e estupidificante do ponto de vista pedagógico, didáctico e gnosiológico, porquanto centra em meras actividades de leitura parafrásica, direccionada, quando muito, para a linearidade sincrónico-horizontal dos nexos sintáctico-lexicais das estruturas de superfície, subalternizando o estudo “arqueológico”, filológico-etimológico e genético-genealógico no quadro das complexas interacções «sistema processo», «sintagma paradigma» e «texto contexto(s)».

    Desse modo, fica gravemente comprometida, com as consequências sófico-epistémicas de toda a ordem, a hermenêutica dos fluxos semiósicos que irrompem, entre catábase e anábase, da fundura diacrónico-vertical e infra-estruturante do léxico mais denso, mais rigoroso e mais expressivo, inseminado e disseminado na textura erudita dos textos escritos em que se tem vindo a modelizar, a plasmar e a configurar semiósico-dircursivamente, pelas mãos da genialidade criadora dos nossos Escritores, Pensadores, Académicos, Cientistas e Investigadores, o Legado Perene da Grande Cultura Poético-Literária, Sapiencial e Científica, referência irrasurável da nossa identidade de Povo e de País, singularmente simbolizada na obra imorredoira da figura tutelar de Luís de Camões, obra escrita naquela língua que, «com pouca corrupção, (…) é a latina»!…

    Fernando Paulo Baptista

    Contactos:

    FERNANDO PAULO BAPTISTA

    Inspector jubilado do Ministério da Educação de Portugal
    Investigador convidado do Centro de Investigação em Educação
    [CIEd] da Universidade do Minho,
    Investigador da Associação Piaget Internacional [AsPI],
    Consultor editorial da revista da Organização Mundial da Saúde
    [«WHO – Bulletin»]
    Membro do “Editorial Board” e colaborador
    das seguintes revistas inter-universitárias:
    – «The Journal of the Indiana Academy of the Social Sciences»
    do Estado de Indiana – USA (cf.: http://www.iass1.org);
    – «The interdisciplinary journal of Portuguese diaspora studies»
    (IJPDS] (cf.: http://portuguese-diaspora-studies.com)
    Membro honorário do Movimento Internacional
    da Tele-medicina / Tele-saúde

  247. rosa  •  Jun 5, 2012 @10:12

    presiso sabe o que e literatura

  248. Ariane Saraiva  •  Jun 20, 2012 @13:17

    Adorei a nova ortografia, mesmo tendo um pouco de dificuldade de me adaptar, os hifens e acentos mudaram bastante, mas já tô por dentro, e é pq só tenho 12 anos..

  249. Lemes  •  Jul 19, 2012 @0:12

    Pra que serve isso? :S

  250. Lemes  •  Jul 19, 2012 @0:13

    Pra que serve isso?

  251. delirio  •  Aug 30, 2012 @8:58

    gente eu quero saber qual é a escrita correta se é jorge ou é george ou ainda por sua vez a escrita dos dois nomes esta correta porfavor ajudem me.

  252. Regis Fontes  •  Sep 14, 2012 @20:04

    Jorge ou George tanto faz já que são nomes próprios… Um nome próprio pode ser de qualquer forma depende de que vai registrar a criança…rsrs…

  253. ALGUSTO NUNES  •  Feb 26, 2013 @10:59

    Apesar de ser um acordo entre os países que falam português, essa reforma ainda permitirá a dupla grafia de palavras que são pronunciadas com entonação diferente em diferentes países.

    No Brasil, por exemplo, fenômeno se escreve com acento circunflexo, enquanto em Portugal se usa o acento agudo (fenómeno), e além de escrita de forma diferente é também pronunciada de forma diferente. Em casos como esses, serão aceitas ambas as grafias.

  254. Luciano Fraga  •  Mar 8, 2013 @10:13

    Minha mãe aprendeu Latim e agora não se usa mais, a não ser o Padre ou o Papa. Aprendi na marra na escola o inglês (com acento) e dizem que é mais fácil que o português (com acento). Será? Se é verdade, então porquê, porque, por que, por quê (qual deles??) não adotamos como segunda língua oficial como o Canadá, fazendo o país entrar realmente no “primeiro mundo” e não remendando a lingua dos velhos colonizadores ou invasores (para os índios)? Brasileiro gosta de complicar.

  255. Fábio  •  Mar 31, 2013 @19:08

    Eu sou a favor dessa nova ortografia.

  256. Vitória Lima  •  May 14, 2013 @20:13

    Particularmente falando, “o novo acordo ortográfico” criou uma sensiblilidade em muitos, pois foi através “DO NOVO” , que se criou um despertamento para estudar ainda mais o idioma português. Por isso a minha aceitação para o novo acordo ortográfico.

  257. tonho  •  Jul 3, 2013 @1:58

    vc precisa é de muito mais rosinha

  258. Maria Eduarda  •  Apr 5, 2016 @14:59

    não entendi …. queria saber a dupla grafia da palavra Terra -terra

  259. sex cam  •  Aug 23, 2018 @20:36

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    «Sendo a pronuncia um dos criterios em que assenta a ortografia da lingua portuguesa, e inevitavel que se aceitem grafias duplas naqueles casos em que existem divergencias de articulacao quanto as referidas consoantes

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